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9 problemas que podem ser resolvidos ouvindo música

Fonte: Blog Cariri

 

É muito difícil encontrar uma pessoa que afirme não gostar de música. Felizmente, escutar música tem muitas vantagens além do óbvio prazer de ouvir um barulhinho bom e, dependendo da situação e do local, de dançar um pouco. O Mental Floss reuniu uma série de problemas que podem ser solucionados com a ajuda de uma boa música. Confira a seguir:

1 – Música faz bem a bebês prematuros

Crianças que nascem antes de o ciclo gestacional se completar geralmente sofrem com o baixo peso. Muitos hospitais costumam recorrer à música para acelerar esse processo de crescimento. Um grupo de pesquisadores canadenses já conseguiu provar que, de fato, a música reduz os níveis de dor e estimula o apetite em bebês prematuros.
Por causa disso, muitos hospitais apostam em músicas feitas com instrumentos que fazem um barulho parecido com as batidas cardíacas da mãe do bebê. Além de tudo, esse tipo de som é ótimo para que os bebês durmam melhor. Quando o assunto é ganhar peso, sabe-se que expor bebês prematuros às composições de Mozart ajuda e muito. E aí, você já tinha ouvido falar disso?

2 – Música estimula o crescimento de plantas

Não são apenas os bebês que se desenvolvem melhor quando escutam música. O mesmo acontece com algumas plantas. Quem explica melhor a relação entre uma coisa e outra é Dorothy Retallack, autora de um livro que defende a ideia de que plantas se desenvolvem melhor quando são expostas à música.
Para provar sua teoria, Dorothy observou o crescimento de dois grupos de plantas iguais: o primeiro ouvia rock e o segundo grupo, músicas mais calmas. A conclusão foi a de que as plantas que ouviram músicas calmas cresceram igualmente. Já as plantas que ouviram rock ficaram mais altas, mas com as folhas murchas.

 3 – Ouvir música diminui os efeitos negativos de lesões cerebrais

Cientistas têm feito testes em pacientes que sofreram lesões cerebrais e ficaram com sequelas envolvendo a fala. No final das contas, percebeu-se que quando pacientes que sofreram um AVC e também pacientes portadores do mal de Parkinson são convidados a dançar ou andar conforme algum ritmo específico, eles apresentam melhora em seu senso de equilíbrio.
Da mesma maneira, a música pode ajudar pacientes com problemas de fala a voltarem a cantar e pronunciar palavras que antes não conseguiam. Esse tipo de terapia musical já se mostrou bastante eficiente em crianças autistas, que passaram a articular melhor as palavras depois de cantar.
O diretor do Centro de Música e Medicina da Universidade de Cleveland, Michael De Georgia, afirmou que a ciência não sabe ainda quais são todos os benefícios da música para tratamentos médicos, mas que há muito o que se explorar nesse sentido.

 4 – Música clássica faz com que adolescentes se mexam

A gente sabe que adolescentes tendem a não gostar de ouvir música clássica e, inclusive, há estudos que mostram que a galera dessa faixa etária simplesmente foge de ambientes onde se ouve esse estilo musical. Em teoria, isso significa que quando o cérebro ouve um som de que não gosta, acaba suprimindo a liberação de dopamina, a substância química ligada ao prazer. Quando isso acontece com adolescentes, eles tendem a procurar outro local onde se sintam bem. Se a ideia é fazer com que um adolescente saia da frente da TV e comece a fazer alguma coisa, a dica é investir em música clássica.

 5 – Música pode prevenir a perda de audição

Ouvir música pode fazer com que a saúde do seu ouvido fique em dia. Isso foi concluído depois que cientistas realizaram uma pesquisa com 163 adultos, sendo que 74 deles eram músicos. Todos participaram de uma série de testes musicais e, no final das contas, os músicos conseguem processar os sons de forma mais eficiente, em comparação aos outros voluntários, que não trabalham com música. A conclusão foi a de que a perda de audição, comum com o avanço da idade, é menor em pessoas acostumadas a ouvir música. “Um músico de 70 anos de idade entendeu um discurso em um ambiente barulhento tão bem quanto um não músico de 50 anos de idade”, explicou a pesquisadora Linda Searling.

6 – Música ajuda no tratamento de pacientes que tiveram ataque cardíaco

Pessoas em recuperação depois de um ataque cardíaco ou de cirurgias cardíacas também estão entre os que devem ouvir música. Pesquisas já descobriram que a música tem o poder de diminuir a pressão sanguínea, diminuindo o número de batidas do coração e, consequentemente, a ansiedade. Músicas funcionam como preventivos também, e no caso do coração, o que faz bem mesmo são sons calmos e tranquilos, que proporcionem boa sensação a quem os ouve. Músicas que nos acalmam e nos alegram melhoram a circulação sanguínea.

7 – A música certa pode melhorar seu desempenho esportivo

Um estudo realizado em 2005 no Reino Unido revelou que ouvir música durante treinos esportivos pode melhorar o desempenho de quem está praticando a atividade física. O ideal é ouvir músicas aceleradas durante treinos intensos e músicas calmas na hora dos alongamentos finais. Fica a dica para a sua playlist de academia.

 8 – Ouvir música melhora o processo de alfabetização

Em 2009 um grupo de pesquisadores analisou as habilidades de leitura de dois grupos de crianças que estavam em processo de alfabetização. Em uma das turmas, a alfabetização foi acompanhada de música, enquanto que no outro grupo de alunos, não. As habilidades literárias de cada grupo foram testadas no início e no final do ano letivo. No final das contas, o grupo de crianças que aprendeu a escrever e teve mais contato com música teve um desempenho bem melhor do que as crianças que foram alfabetizadas sem qualquer influência musical.

9 – A música certa aumenta a venda de vinhos

Em 1999 uma pesquisa feita na Alemanha concluiu que os vendedores vendiam mais vinhos alemães quando tocavam música tradicional alemã em suas lojas. O mesmo aconteceu com vinhos franceses: eram mais vendidos quando a loja estava tocando música francesa. Os pesquisadores entrevistaram alguns clientes da loja e a maioria afirmou que nem tinha percebido qual música estava tocando na hora da compra. Ou seja: parece haver uma influência inconsciente nesse sentido.

21 amaram.

Sobre a Autora

Paula Pfeifer Moreira

Escrevo o Crônicas da Surdez desde 2010, e também escrevo o blog Sweetest Person desde 2007. Sou bacharel em Ciências Sociais pela UFSM, escritora e empresária. Moro no Rio de Janeiro e tenho 36 anos. Meu diagnóstico é de deficiência auditiva bilateral neurossensorial e progressiva. Tenho Implante Coclear nos dois ouvidos. Em 2013 lancei o livro Crônicas da Surdez (Ed. Plexus) e em 2015, Novas Crônicas da Surdez: epifanias do implante coclear (Ed. Plexus), que já foi traduzido para o inglês.

4 Comentários

  • Faço aulas de teclado a quatro anos, leio partituras e estou tocando muito bem.
    Tenho perda auditiva mista moderada e uso aparelho nos dois ouvidos. . .
    A música para mim é um sonho, tenho 20 anos e faço faculdade em Jornalismo.
    Gosto muito de música classica, como também popular e gospel.
    Espero que gostem!
    Com carinho, Anne…

    • Parabéns, eu também toco música, tenho dificuldades em ouvir, mas uso aparelho, a música fez uma mudança tão grande na minha vida, e sei que está fazendo na vida de muitos aí.
      isso é muito bom.
      Eu sei tocar teclado, mas não pratico as partituras, mas consigo ouvir e tentar tocar exatamente como está…vai depender da música né…rsrsrs

  • Faço aulas de teclado a quatro anos, leio partituras e estou tocando muito bem.
    Tenho perda auditiva mista moderada e uso aparelho nos dois ouvidos.
    A música para mim é um sonho, tenho 20 anos e faço faculdade em Jornalismo.
    Gosto muito de música classica, como também popular e gospel.
    Espero que gostem!
    Com carinho, Anne…

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