Aparelhos Auditivos

O Pure Carat da Siemens: segundas impressões

Hoje é o grande dia!!! No fim da tarde vou lá na Comunicare, pois os fios mais compridos do Pure Carat chegaram. Agora sim meu sofrimento cessa e vou começar a curtir – mais ainda – a experiência com ele. O fiozinho curto me causa uma dor depois de 1h de uso que mais parece que fiz três piercings em cada orelha bem em cima da dobra da cartilagem. Jamais se deve subestimar o poder que um aparelho auditivo possui de machucar as nossas queridas orelhas, hein!! Mas é aquilo: a adaptação pode ser longa, irritante, chata e desconfortável, mas o dia em que o processo ‘engrena’ e tudo se ajeita, é puro deleite.

Dêem uma olhada no fofinho!!

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Finalmente coloquei um engate que o MiniTek possui e comecei a prendê-lo na roupa quando estou andando de carro. Dez mil vezes mais prático fazer isso do que ficar procurando o MiniTek no trânsito. Como gosto de ouvir música, foi ótimo ter me atinado de fazer isso.

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Acho que ainda não contei aqui, mas comecei a fazer fonoterapia 1x por semana. Fiquei TÃO absurdamente feliz que meu santo bateu com o da fonoaudióloga que, em vez de pensar nesse momento como tortura, penso como uma horinha de prazer. E estar usando o Pure Carat nas sessões me deu outro nível de conhecimento sobre a minha voz, já que agora estou escutando-a bem mais alta e mais clara.

É até meio estranho, sabe? Parece que finalmente estou conhecendo a minha voz, vendo o que faço de errado, entendendo como forço de forma indevida… e tentanto ficar atenta para não repetir certos comportamentos ‘vocais’.

Voltando ao Pure Carat, fiquei impressionada com o quanto meu cérebro foi rápido em se apaixonar por ele. No segundo dia de uso, quando a dor apertou, resolvi tirar e colocar os Motion de volta. No mesmo momento em que coloquei os Motion e comecei a ouvir com eles, foi como se meu cérebro me dissesse: “NÃO!!!! Não quero esse, quero o outro!!!“. A massa cinzenta é tão esperta que adorou o som mais alto, mais claro e mais limpo que ouviu durante 24 horas. Desde então virei uma espécie de masoquista auditiva, aguento a dor o dia inteiro só pra poder ouvir com ele e pra não deixar meu querido cérebro “P” da vida.

Hoje vou ativar a bobina telefônica que esse AASI tem, parear com o celular, dar uma ajustada em alguns sons que me irritam e trocar os fios. A função mascaradora de zumbido do Carat não foi de grande valia pra mim, porque meu zumbido é tão alto e tão louco que conseguiu a façanha de não me deixar ouvir o sonzinho de fundo cuja função é distrair o cérebro do zumbido propriamente dito. Meu zumbido me acompanha desde a infância e é full time, 24 horas por dia. Juro que ele tem vida própria: em alguns dias, parece uma TV fora do ar, em outros, um eco grave num túnel subterrâneo.

Ainda não usei o Carat com o Tek Transmitter da TV justamente porque o som que vem da TV (quando olho a novela das 8 da Globo, hahahaha) é alto e claro – não senti vontade ainda de ativar o Tek Transmitter, mas essa semana vou fazer isso pra checar se a voz dos personagens dos meus seriados americanos favoritos está mais bonita e alta!!

Pra ouvir música com o iPod Touch também melhorou, até diminuí o volume habitual.

Por último, pretendo fazer hoje também um teste de limiares auditivos na Comunicare pra ver o quanto estou ouvindo com ele – a minha última audiometria estava ‘lá embaixo’, nos decibéis das turbinas de avião e tal (abafa!!!).

Torçam por mim!! 😉