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Entendendo sua audição

A audição é essencial em nossas vidas, pois é fator primordial para nos comunicarmos com as outras pessoas e interagirmos no ambiente em que vivemos. Porém,  para ouvir não bastam os ouvidos. A audição também requer o apoio do cérebro. O órgão tem a função de dar sentido aos sons, facilitando a compreensão da fala evitando o esforço de escuta. Podemos resumir o funcionamento da seguinte forma: o cérebro interpreta as informações recebidas em forma de impulsos elétricos, produzidos pelas vibrações sonoras captadas pelas minúsculas células sensoriais e fibras nervosas da orelha.

Parece confuso, não é mesmo? Mas o cérebro constantemente usa ambos os ouvidos para se orientar e saber o que está acontecendo no ambiente. Dessa forma, ele reconhece os sons, separa o que é relevante dos outros ruídos competitivos do ambiente e foca no que precisa de resposta imediata. Esse processo é conhecido como BrainHearing™.

A audição nos ajuda a conduzir a nossa vida diária e, é por isso que a deficiência auditiva traz tantas limitações. A fonoaudióloga Isabela Carvalho, da Telex Soluções Auditivas, explica que as áreas mais impactadas quando não se escuta bem são a percepção, a localização, a linguagem, a compreensão e a comunicação.

“Em geral, quando acontece uma diminuição da capacidade auditiva o indivíduo passa a ter problemas na compressão das informações como um todo, e em várias situações como por exemplo, durante uma conversa, ao ouvir música, ao falar ao telefone, ao assistir TV, dentre outros. Isso afeta os relacionamentos, a saúde e a qualidade de vida em geral”, explica Isabela.

Os problemas com a audição podem levar o indivíduo ao isolamento social e, em alguns casos, até mesmo à depressão. Ao ouvirmos, temos acesso a variadas fontes de informações, algumas delas óbvias, outras quase imperceptíveis. Quando combinadas, essas mensagens múltiplas criam o elo entre o mundo e a forma como interagimos com ele.

Há três tipos de perda auditiva:

  1. A condutiva, na qual o comprometimento está nas estruturas responsáveis pela condução das ondas sonoras
  2. A mista, em que o prejuízo acontece não só nas estruturas responsáveis pela condução, mas também na decodificação das ondas sonoras;
  3. E a neurossensorial, cujo dano ocorre nas estruturas responsáveis pela decodificação das ondas sonoras.

A exposição a sons acima de 85 dB pode causar danos irreversíveis à audição em qualquer fase da vida, afetando bebês, crianças, jovens, adultos e idosos. Por isso, é importante ficar alerta a alguns sinais que podem indicar que algo está errado.

Sinais de alerta

A fonoaudióloga dá alguns exemplos: se você constantemente ouve, mas não entende o que as pessoas falam; se coloca a TV ou o rádio em volume mais alto do que outros de seu círculo familiar; se tem dificuldades em entender conversas com ruídos ao fundo, como por exemplo em um jantar de família; se não consegue acompanhar conversas em grupo; se sempre pede aos outros para repetirem o que estão falando; se amigos ou familiares dizem que você não está ouvindo bem.

Caso você tenha identificado alguns dos sinais acima, procure os profissionais especializados, como os Otorrinolaringologistas ou os Fonoaudiólogos. Eles irão realizar as avaliações audiológicas necessárias e ainda o teste com prótese auditiva. Nas lojas Telex é possível encontrar aparelhos auditivos adequados ao tipo e ao graus da perda auditiva de cada pessoa, com modelos e tamanhos distintos. A tecnologia tem sido uma grande aliada dos deficientes auditivos. A grande variedade de modelos de aparelhos, modernos e com design atrativo, proporcionam uma audição cada vez mais natural e, o que também é importante, garantem elegância. Ao oferecer o melhor da capacidade auditiva, as próteses trazem outros benefícios aos usuários, como a diminuição do esforço de escuta, o aumento da autoestima, a melhoria na interação e convívio com a família, os amigos e os colegas de trabalho; e ainda mantêm o cérebro ativo.

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Sobre a Autora

Paula Pfeifer Moreira

Escrevo o Crônicas da Surdez desde 2010, e também escrevo o blog Sweetest Person desde 2007. Sou bacharel em Ciências Sociais pela UFSM, escritora e empresária. Moro no Rio de Janeiro e tenho 34 anos. Meu diagnóstico é de deficiência auditiva bilateral neurossensorial e progressiva. Tenho Implante Coclear nos dois ouvidos. Em 2013 lancei o livro Crônicas da Surdez (Ed. Plexus) e em 2015, Novas Crônicas da Surdez: epifanias do implante coclear (Ed. Plexus), que já foi traduzido para o inglês.

3 Comentários

  • Paula sua linda, você é demais! Nunca consegui entender minha audição, nem sequer sabia pq os médicos diagnosticam minha perda auditiva como neurosensorial, agora vi no seu post q ela é caracterizada pela deficiência de decodificação dos sons, e é o realmente acontece comigo. Fico confusa com isso, pois ouço muitos sons porém tenho dificuldades de compreendê-los, falo ao telefone, ouço músicas com fone de ouvido e a TV pode está no último volume que não compreendo, só consigo acompanhar por legendas. Acho q a voz muito robótica.. .. fala humana, compreendo às vezes dependendo da dicção da pessoa, porém meu salva vida tem sido a leitura labial. Quando falo com um desconhecido, sempre perguntam se falo espanhol, minha dicção não é uma das melhores, porém algumas pessoas entendem.

  • Só agora tendo conhecendo sobre audição, pude perceber o envolvimento entre a audição e o cérebro.

    Bons saber de mais esses esclarecimentos

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