Como o livro Crônicas da Surdez te ajudou?

Como o livro Crônicas da Surdez te ajudou?

Hoje vou inaugurar uma nova seção aqui no blog, mas ela só poderá existir se vocês participarem. Um dia pedi na FanPage do Crônicas que me mandassem foto + depoimento contando como o livro Crônicas da Surdez lhe ajudou. A primeira pessoa a mandar foi a Elaine Costa, e aí eu vi que seria uma tag bem bacana. Então, vou começar a publicar aqui também. Quem quiser participar, envie para o meu email pvpfeifer@yahoo.com.br !

 

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‘Meu nome é Angélica, sou Fonoaudióloga em Catanduva -SP-, sou completamente apaixonada pela audição! Ganhei o livro de presente de uma amiga que também é fono e li em uma semana.

Os benefícios do livro na minha vida profissional foram maravilhosos. Consigo entender melhor a queixa dos meus pacientes, os desconfortos e até mesmo aconselhar de maneira mais humana e menos técnica.  Hoje incentivo quase todos meus paciente a ler o livro – em alguns casos chego até a dar de presente. Nós ,como Fonoaudiólogas, nos deparamos diariamente com pacientes resistentes a usar os AASI retroauricular, ou até mesmo os novos modelos de adaptação aberta. Eles sempre preferem modelos mais discretos, e na maioria das vezes a perda auditiva não permite o uso desses AASI’s tão pequenos. Com seu livro mostro algumas partes do seu depoimento e explico a importância de tal modelo escolhido devido à perda auditiva. Mais uma vez quero parabenizá-la pelo excelente trabalho e pela coragem de relatar toda sua vida e suas dificuldades neste livro!!!

Bjos!!!
Angélica Surraila Gomes

43 amaram.

Sobre a Autora

Paula Pfeifer Moreira

Escrevo o Crônicas da Surdez desde 2010. Sou bacharel em Ciências Sociais pela UFSM, escritora e empresária. Moro no Rio de Janeiro e tenho 36 anos. Meu diagnóstico é de deficiência auditiva bilateral neurossensorial e progressiva. Tenho Implante Coclear nos dois ouvidos. Em 2013 lancei o livro Crônicas da Surdez (Ed. Plexus) e em 2015, Novas Crônicas da Surdez: epifanias do implante coclear (Ed. Plexus), que já foi traduzido para o inglês.

6 Comentários

  • Uma grande duvida: pq a dificuldade é maior (se é que entendi) a adaptacao binaural? É diferente para o cerebro ter um lado implantado e o outro apenas protetisado?
    Beijinho

  • Tomei conhecimento do livro através da reportagem contigo na Donna/ZH. Confesso que me identifiquei com quase todo ele, como por exemplo, na resistência em usar um aparelho auditivo. Fui perdendo a audição aos 40 anos e ainda trabalhava, então sofri muito em aceitar que precisava do aparelho pra me ajudar. Contava com a ajuda dos colegas, principalmente ao atender o telefone. Dei muito trabalho pra minha fono e até pra minha família até estar convencida de que precisava imensamente dos meus ouvidos extras. Hoje não vivo sem eles e ainda vivo me adaptando a muita coisa. Infelizmente as pessoas em toda parte não estão preparadas pra lidar com essa deficiência, bem como todas as outras de modo geral. Agradeço por teres mostrado tão claramente o problema, foi como se eu tivesse contando a minha história. Hoje sei que tudo podemos (ou quase) heheheh

  • Muito boa esta idéia! “Uma atitude de autoajuda” aqui no blog.
    Este livro me ajudou muito sim e adorei!

    Também irei participar do depoimento e breve enviarei p/você.
    Beijos

  • Meu nome é Miriam Postigo de Araújo, sou portadora deficiência auditiva, neurosensorial profunda dos dois ouvidos.
    Preciso de sua ajuda? Quando leio os livros não consigo entender e como faço entender a leitura?

    Fico no aguardo!

    Beijos,

    Miriam

  • Parabéns pelo depoimento, Cascatinha(Angelica)!!
    Com certeza a Fonoaudiologia é uma profissão belissima e, infelizmente, pouco valorizada! Tenho um amigo de infância que é surdo e aprendi muito com ele! Um exemplo de força e determinação, além de um coração imenso! Quero ler esse livro!! ????
    Parabéns a todos vcs, fonoaudiólogos!!

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