Crônicas da Surdez Deficiência Auditiva

Bullying e surdez: vamos conversar sobre isso?

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully – «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de bullying pela turma.”

No meu tempo de colégio, o máximo que sofri foram comentários maldosinhos, sempre feito por colegas meninas, nunca pelos meninos. É claro que naquele tempo eu escutava muito melhor do que escuto hoje. Só fui começar a usar aparelhos auditivos no último ano do ensino médio. O que mais me travava era ouvir os comentários que faziam a respeito de uma amiga minha surda – e que não usava aparelhos pois, no caso dela, eles não ajudavam. O mais light era ‘lá vem a surdinha’.

Eu xingava muito os babacas que diziam isso dela mas, apesar dos meus esforços, eles não se calavam. Na minha cabeça o pensamento recorrente era ‘se eu aparecer de aparelho auditivo nesse colégio, acabou a minha paz!’. Hoje, vejo que era exagero meu mas, na época, isso me atormentava. Tanto pelo que faziam com ela quanto pelo que poderiam vir a fazer comigo.

Surdos que são vítimas de bullying verbal não podem se defender porque sequer sabem do ataque direto. Percebem mais pela expressão diabólica do agressor e pelas risadas daqueles que estiverem por perto. Quando lembro dos comentários maldosos que me faziam vejo que não eram nada se comparados ao que as crianças de hoje fazem. O máximo que ouvi foi ‘você deve ser surda, tô te chamando há horas e você nem me olha na cara!”, ‘professora, se a senhora quiser dizer que alguém é surdo, pode dizer que é igual à Paula’ e similares. Nada grave.

A palavra SURDA

Só que eu era muito novinha e a palavra SURDA ainda me soava como uma super afronta. Pode parecer bobagem, mas aquilo me marcou pra sempre. Fiquei longos anos tendo pavor e ataques de coceira cada vez que ouvia a palavra SURDA. Para mim, era a pior do mundo. Hoje, dou risada do tempo que perdi com essas bobagens

Adulta, os comentários mudaram. E são SEMPRE feitos por mulheres. Não entendo e nem quero entender isso, mas estaria mentindo se dissesse que algum homem já me falou algo pejorativo relacionado à minha surdez. Isso, jamais! As  mulheres, porém, dão um jeitinho. O mais comum é o clássico ‘ela é tão (coloque qualquer adjetivo aqui, como inteligente/bonita/querida e derivados) mas é…surda!’ ou então o básico ‘está se fazendo de surda para passar bem!”.

No primeiro caso, o comentário não é direcionado a mim, mas a uma terceira pessoa que esteja por perto – a intenção é me diminuir como pessoa. Já me vi também em várias situações nas quais eu estava ganhando mais atenção de alguém que não sabia da minha deficiência auditiva e de repente alguma mulher insatisfeita com isso abre a boca e diz ‘você sabia que ela não escuta direito??’. Chatinho, não??

Digo e repito mil vezes se necessário: surdez não é defeito de caráter. Se as pessoas usam-a para tentar lhe diminuir como ser humano, agradeça aos céus: isso significa que foi a única coisa que acharam de ruim em você! 😉

Bullying e surdez

Acho que bullying direcionado a crianças é muito perigoso e deve ser levado a sério. Adultos sabem e podem se defender. Crianças não, e além disso estão na fase crucial do desenvolvimento de sua auto-estima. A cada ataque, a criança vai ficando mais retraída, mais introvertida e assustada. E carrega isso para sempre. Ou pode acontecer o contrário e a criança atacada vir a se tornar agressiva.

Em ambos os casos, acho que os pais têm todo o direiro (e o dever!) de tomar providências. As criancinhas em fase escolar podem ser bem cruéis – me pergunto se aprendem a ser assim em casa ou se faz parte de suas personalidades mesmo…

Leia o post: Surdez e bullying dentro de casa

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Sobre a Autora

Paula Pfeifer Moreira

Escrevo o Crônicas da Surdez desde 2010. Sou bacharel em Ciências Sociais pela UFSM, escritora e empresária. Moro no Rio de Janeiro e tenho 36 anos. Meu diagnóstico é de deficiência auditiva bilateral neurossensorial e progressiva. Tenho Implante Coclear nos dois ouvidos. Em 2013 lancei o livro Crônicas da Surdez (Ed. Plexus) e em 2015, Novas Crônicas da Surdez: epifanias do implante coclear (Ed. Plexus), que já foi traduzido para o inglês.

30 Comentários

  • Bom, você disse tudo, Paula. Os efeitos do bullying são para sempre mesmo. Eu sofri muito bullying na infância, e isso afetou demais a minha autoestima. Tenho pânico de falar em público.

    Posso relatar uma situação? Na 5a. série, eu tinha aulas de religião. A professora era uma freira brava e invocada que não gostava de crianças.

    Ela “ditava” orações, andando pela sala (o que dificultava o meu entendimento) e verificando os cadernos. Tínhamos que escrever no caderno tudo que ela ditava.

    Bom, eram orações religiosas com um vocabulário mais refinado, ou seja, com palavras que eu não conhecia. Nesse caso, eu precisava ler a palavra para poder escrever/falar. Não adiantava repetir mil vezes a palavra que eu não conheço… e nem soletrar, pois “B” para mim podia ser “C”, “P”, “T”, etc…

    Enfim, eu olhava para o caderno de trás para poder entender o que tinha sido dito, mas a pessoa logo botava a mão para que eu não lesse (ajuda zero!). A freira logo mandava eu olhar para frente, que eu não podia olhar o caderno do colega.

    Quando ela se aproximava de minha carteira, eu entrava em pânico, pois ora meu caderno estava vazio, ora estava com frases incompletas, com buracos (que eram as palavras que eu não sabia como escrever).

    Quando ela via o meu caderno, ela começava: “Mas você não vai escrever?”. Ela repetia, soletrava… e eu não conseguia. E ela falava coisas assim: “Meu Deus, você é tão burra assim?”; “Você é doente mental??”; “Precisa voltar para a 1a série?”; “Mas o que eu faço com você?”. Tive que aturá-la por 1 longo ano…

  • Oi Paula, meu namorado está sofrendo bullying na faculdade ele tem 23 e é surdo de um ouvido. A situação fica mais triste a cada dia que passa. É um absurdo. Obrigada pelo artigo!

  • Acho que bullying direcionado a crianças é muito perigoso e deve ser levado a sério. Adultos sabem e podem se defender. Crianças não, e além disso estão na fase crucial do desenvolvimento de sua auto-estima. A cada ataque, a criança vai ficando mais retraída, mais introvertida e assustada. E carrega isso para sempre. Ou pode acontecer o contrário e a criança atacada vir a se tornar agressiva. Em ambos os casos, acho que os pais têm todo o direiro (e o dever!) de tomar providências. As criancinhas em fase escolar podem ser bem cruéis – me pergunto se aprendem a ser assim em casa ou se faz parte de suas personalidades mesmo…

  • olha,na minha escola há muitas pessoas que sofrem bullying e a escola nao faz NADA!!!!!!nao adianta conversar com quem faz bullying,TEM QUE PUNIR!!!!!!!!!!!! coisa que a minha escola NAO faz!!

    BULLYING É CRIME!!!!TEM QUE PUNIR!TEM GENTE SOFRENDO BULYING e a escola nao fez nada!só CONVERSA,CONVERSA E CONVERSA,E O QUE ELES NAO PERSEBEM É QUE nao adianta!tem que punir pra aprender!
    depois as pessoas reclamao,a escola gasta folha imprimindo um papel que explica a origem do bullying e sabe que o povo faz? faz aviaozinho com papel e gasta a folha,dai a diretora fala que a próxima vez que fizerem isso vao dar expulso,e na hora de dar expulsao escola nao faz isso!pra que sera ?
    a já sei-PRA NAO PERDER IBOPE! NAO PERDER DINHEIRO!
    PODE ISSO?

  • Bullying é uma coisa orivel é uma coisa q nunca vai acaba enquanto os pais ñ tomaren uma atitude esata seus filhos vao fica depressivo vao se tornar maniacos como aquele infeliz q entro no colegio e matou aquelas crinças é isso q eles quem po futuro dos seu filhos pelo amor de deus tomen um atitude ou seu filhos q vao sofre por q isso fica guardado na sua cabeça eu sofri Bullying quando tava no colegio pensei em me mata varias vezes fiquei depressivo com raiva de min mesmo e de Deus q ñ fazia nada pra me ajuda agora to melhorando to com 16 anos so por q sou alto ñ quer dizer q sou um lixo blz diga ñ a o Bullying vlw fiquem com Deus vlw

  • Olá! Estudo psicologia e faço grupos terapêuticos com adolescentes surdos. Vamos abordar o tema do bullying essa semana e estou fazendo algumas pesquisas, encontrei teu site e adorei o teu relato! Muito sensível e bem escrito, parabéns! Vou indicar teu site pro pessoal lá do grupo.

  • Eu também sou surdo (uso os aparelhos de audição, já desde 8 anos)… mas na minha escola, ninguém me pertubava, eles (os meus amigos, professores e familiar) sempre me ajudavam…sempre me tratavam bem :’)
    e estou a dizer a verdade 😉

  • O Bullying é uma semente venenosa plantada no coração da vítima.
    Quando nasce e cresce, o fruto é violência contra a raça humana tendo como alvo o local do assédio.

  • Sofri muito bullying quando criança, talvez por isso a minha timidez exagerada na puberdade! Mas percebo que as escolas não veem isso como um acontecimento que pode gerar graves problemas psicológicos e por isso não sabem e não agem em relação à isso. A relação escola-família é importante nesses acontecimento, o que infelizmente não há relação alguma. É uma situação difícil!

    • Laura,eu tambem sou bastante timida por causa do bullying,tanto que quase nao tenho muitos amigos,nao sei por qual rasao eles fazem isso, deveria ter uma lei que protegece os adolescentes,mas nao há!!!

      • Ana,trabalho há 46 anos na mesma empresa , no passado vi de perto esta estupidez humana que é a pratica do bullying sendo aplicada a novatos e combati veemente defendendo e protegendo os bullyingnados,

  • Ah me lembrei de uma coisa muito triste em pleno ensino médio. Tinha uma menina que era magrinha, mas muito magrinha, não sei se a ponto de ser anoréxica, mas chegava perto. E além disso, tinha algum problema também, não me lembro qual. Ela era sempre motivo de chacota por parte das meninas, de alguns meninos também, mas principalmente meninas. As meninas forçavam-na às humilhações, dentre as quais: tomar ovo cru diante da sala. E o pior, a menina consentia. Acho que para ficar amiga delas, não sei… Rolou muita confusão depois dessa. Me lembro de outra, de quando eu fazia 8a. série, me tornei amiga de uma menina que também sempre sofria bullying. Chamavam-na de diabo, cuspiam nela… tem noção? eu não presenciei isso, mas ela disse que foi só eu ser amiga dela que os meninos pararam. Mas as coisas que ela me contou… eu não dormia direito. Eu ficava chocada! Ela sofria depressão… Essas duas meninas são bastante inteligentes. E esses mesquinhos, logicamente, não.

  • No ensino fundamental, só me lembro de um menino maldosinho, nem era da minha turma, mas sempre que me via, não perdia a oportunidade de me chamar de “Língua presa!” e afins. Eu era muito sensível e chorava, e o guri ria, achava graça. Crianças, né? Enfim, uma vez quando meu pai me buscou, eu não parava de soluçar e ele me perguntou o que tava acontecendo e eu disse, aí meu pai ficou furioso e chamou o pestinha, mandando pedir desculpas a mim. Depois dessa, nunca mais o guri se atreveu a me olhar. =) às vezes acho que isso é falta de comunicação com a família, principalmente aqueles que praticam bullying pesado. não sou expert nisso, mas é isso que acho. felizmente, há muitas campanhas pra conscientizar as pessoas acerca de bullying. é como voce disse, Paula, é muito perigoso, principalmente para uma criança, que pode crescer se sentindo inferiorizada. então, temos que combater!

    beijos,

  • Paula, essa questão de bullying é muito séria mesmo seja qual for o motivo do bullying. Tanto é que agora pululam campanhas contra o bullying. Acho que a solução passa por alertar pais, professores e até as próprias crianças e adolescentes sobre essa questão, para que situações de bullying sejam identificadas, prevenidas e combatidas. E como vc disse “bullying direcionado a crianças é muito perigoso e deve ser levado a sério. Adultos sabem e podem se defender. Crianças não, e além disso estão na fase crucial do desenvolvimento de sua auto-estima.” Eu estenderia isso para a fase de adolescente tbm. A pessoa ainda está em formação e leva tudo ao extremo, se abala. Outro dia estava conversando com um amigo sobre a fase de colégio. Nós estudamos em colégios diferentes, sofremos por diferentes causas e ainda hoje nos ressentimos sobre algumas coisas desse tempo(e olha que a escola desse meu amigo era muito mais opressora que a minha ahahahah).

    E é incrível como meninas/mulheres são maldosas né? Eu, por muito tempo, quase só tive amigos meninos, porque as meninas só faziam comentários indiretos maldosos que me deixavam super mal (não que não houvesse meninos que fossem maldosos). Eu me sentia mal até por ser estudiosa, vê se pode?!? Só que eu aprendi que as pessoas se incomodam e querem diminuir o outro, aí ficam procurando/criando “defeitos”.

    Olha, acho bem legal vc estar dividindo suas experiências bem pessoais nesse seu segundo blog. Já era fã do primeiro e fiquei fã do segundo tbm. Mesmo quem não passa por uma experiência exatamente igual se identifica. Além disso, a gente desenvolve uma sensibilidade maior a partir do momento em que tem contato com o que 0 outro passou.

    Por fim, já há um tempo queria divulgar aqui para vc sobre uma campanha. Nnão sei se você conhece a campanha chamada legenda nacional (http://www.legendanacional.com.br/ ), que busca que os filmes nacionais sejam legendados para que os deficientes auditivos possam ter acesso a esses filmes. Bom, eu acho interessante. Conheço Marcelo e acho linda essa campanha que ele abraçou.

    Beijosssssss

  • A paula quis dizer aqui que o bullying é uma violência(psicológica e às vezes até física) contra a criança, e discriminação despertando também a agressividade. Temos que lutar, mas não com violência como citado o leitor acima.Não será com violência que derrubarão o bullying.Pois então seria bullying contra bullying ???.A questão é conscientizar , cada pessoa , pais e professores.Já esta tendo, mtas escolas inclusivas, e debates sobre o assunto em ambiente escolar hoje.Mas também deve se estender fora da escola.

    • so quem sofre o bullying sabe o que passa,eu digo assim porque eu ja passei por isso na sala de aula! nao vai adiantar so falar e depois ficar de brassos crusados Greize!

  • Olá Paula, muito importante falar sobre bullying, uma das coisas que sei que mais doi é ver que na hora da gente falar o sotaque da nossa fala causa graça para os ouvintes, e aí começam as zoações e brincadeiras maldosas, parabéns pelo tema sobre Bullying.

    Bjs

  • Paula

    Muito interesante essa noticia

    Na época q estudava no ensino e ensino médio sofiria muito bulliying!

    Sabe oque eu fazia???
    Sempre que me caçoavam, eu não dava menor importancia
    Mas tem hora que vc não aguentava!!!
    e ai?
    oque fazia?
    Partia pra porrada!
    ai oq aconteceu?
    Paravam de me caçoar

    Sempre dava certo!

    AI iamos pra diretoria e sempre sia beneficiado
    nunca recebia advertencias por caus dessa pratica IDIOTA chamada bullying porque eu expliquei o caso

    Ai fica tudo sobre controle!!!

    Então fica o meu conselho!!

    Se vcs surdos sofrem bullying,reaja!!!!!

  • Paula,

    Com certeza passamos mal bocados, mas respondendo a sua pergunta “me pergunto se aprendem a ser assim em casa ou se faz parte de suas personalidades mesmo…”. Acredito que seja um pouco dos dois e ainda por um terceiro fator que é o fato da necessidade de se destacar perante os outros, explico, uma criança quando pratica o bullying, na verdade está querendo mostrar para os amiguinhos que ela é mais forte do que eles, que pode fazer o que quer, deixando assim os outros com medo dele. Muito disso se deve a nossa sociedade que valoriza o mais forte, o líder, o patrão… Infelizmente essa postura pode causar danos catastróficos tanto na personalidade da criança que o pratica, quanto na que sofre, acredito que por isso, hoje, o tema é tão debatido na mídia e nas relações educacionais.

    Abraços

  • É, tem muita gente mesquinha mesmo. Já passei por isso também e acredito que as piores vezes vieram de pessoas que não sabiam, me tratavam super bem e quando descobriram a surdez, passaram a agir de forma irônica. É engraçado, né? Mas é o que acontece, as pessoas agridem mesmo. Se acham perfeitas e exigem pessoas perfeitas ao redor delas.

  • Paulinha, esse teu registro me derrubou, e olha que sou duro na queda. Com que fibra tens enfrentado, desde menininha, o ressentimento dessa gente cuja cabeça é tão-só um tumor entre os ombros. Mas eu entendo essas agressões: põe no crisol a inveja, o ciúme, uma pitada de amargor e dá nisso. O teu “problema” não é ouvir mal, é ser inteligente, criativa, inovadora e, para piorar, bonita. Te conforma, isso as serpentes não podem perdoar.

  • Paula crianças são sinceras, mas a crueldade(falo como Pedagoga) vem de casa da educação.Perdi a audição adulta nem tem 3 anos, mas sofri tb, na escola sem ser surda “olha a magrela, cabelo então .. uii não tinha prancha naquela época e os meus cachos eram motivos de piadas.Como adulta sofro o seguinte, alguns me acham “idiota”, surdo= idiota, fazem cara de dó qdo veem o aparelho.. alguns qdo veem são mto solicitos,”se fazendo de surda para passar bem” é assim então?? então aproveito mesmooo, troca de lugar comigo então para ver..rsrs.
    Ah! como vi no blog da Lack..”é surda ..mas é tão bonita”, além de surda queriam que fossemos feias, e burras??!!kkk disso eu ri.
    Mas qto mulheres, mulher é um bicho estranho,homem é mais racional.Eles nos dão atenção pq homem não consegue fazer várias coisas ao memso tempo, diferente das mulheres que focam em vc e em tdo ao seu lado.E Inveja impera…oo coisa ruim,..não é chatinha não é do Mau mesmo e de gente assim devemos “correr léguas”, pq querem nos diminuir devido nossa deficiencia pq não aguentam nos verem SUPERAR coisas que elas talvez não conseguem.ai pronto falei…rsrs.Amo as pessoas amigas, eu tenho amigos de verdade, e sou leal as minhas amizades, estes sim gostam da gente do jeito que nós somos e vice versa.Bjo Paula!!!Vc ja esta morando no meu coração!!
    Agora preconceito…isso marca e devemos lutar!!!Contra os que aprenderam isso. Volto a citar Nelson Mandela:
    “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião, “ou deficiência”(grifo meu). Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”. –

  • Sempre surpreendente!

    Impossível não se emocionar cada vez mais com suas experiências, e parar ao menos um minutinho pra ver se às vezes não agimos assim ou mesmo se não somos vítimas de atitudes como essa, possuindo deficiência ou não.

    Kisses

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