7 maneiras alucinantes através das quais aparelhos auditivos inteligentes podem mudar a sua vida

Fonte: NewsOk.com (tradução minha)

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Dispositivos inteligentes estão em todo canto hoje. De telefones a relógios e até escova de dentes, esses dispositivos são fáceis de usar e intuitivos, se antecipam às suas necessidades e desejos, são interativos e fáceis de usar e não têm problemas para se conectar com outros dispositivos de alta tecnologia. Até mesmo os aparelhos auditivos estão recebendo um upgrade de tecnologia, com marcas agora fazendo AASI’s inteligentes. Mas como saber se um AASI inteligente é indicado para você? Confira as sete principais características de aparelhos auditivos inteligentes e veja como eles podem redefinir o significado de qualidade de vida para você e para seus entes queridos.

1. Eles imitam a maneira como o cérebro ouve

Você sabia que ouve com o seu cérebro, e não com seus ouvidos? Quando usados em par, AASI’s inteligentes compartilham e trocam informações em tempo real, imitando a forma como o cérebro ouve naturalmente. Este tipo de tecnologia é chamada de audição binaural.

2. Eles superam a audição normal

Você já teve problemas para ouvir num restaurante cheio? AASI’s inteligentes automaticamente focam naquilo que você quer ouvir, suprimindo o barulho de fundo não desejado. Já foi provado que isso permite uma audição melhor nestas situações do que a audição natural e normal dos ouvintes.

3. Eles cancelam o ruído do vento

Se você já esteve numa conversa ao telefone enquanto o vento está soprando forte sabe como é ter esse barulho no meio da conversa. Com aparelhos auditivos convencionais, a mesma coisa acontece quando o vento bate nos pequenos microfones. Aparelhos auditivos inteligentes cancelam o ruído do vento, transferindo o sinal de áudio do AASI com menos vento para o AASI com mais vento.

4. Eles se antecipam e se adaptam automaticamente

AASI’s inteligentes estão constantemente analisando o ambiente para determinar o programa ideal para a situação em que você se encontra.  Por exemplo, num encontro familiar barulhento, AASI’s podem focar na Tia Sally que está na sua frente. Eles sabem até quando você está dirigindo um carro só pelo som do motor.  Os microfones se ajustam para captar o som do banco de trás para que você possa ouvir claramente os passageiros sem precisar virar a cabeça.

5. Eles aprendem continuamente

Ajustes de volume e outros são necessários quando você começa a usar AASI mas ninguém quer estar constantemente lidando com isso. Aparelhos auditivos inteligentes lembram e aprendem a cada ajuste de volune que você faz, então, em poucas semanas eles já sabem de todas as suas preferências pessoais em termos de audição.

6. Eles colocam você no controle

Ajustes automáticos são muito convenientes, mas em algumas situações é melhor saber que você mesmo pode ajustar do jeito que quiser o seu aparelho. AASI’s inteligentes tornam esses ajustes fáceis e discretos interagindo com o seu smartphone. App’s grátis permitem que você discretamente ajuste o volume e o programa dos seus aparelhos. Outros App’s permitem que você escolha a direção em que quer ouvir apenas tocando a tela do celular.

7. Eles conectam com outros dispositivos

Aparelhos auditivos inteligentes usam a tecnologia Bluetooth para transformar-se em fones de ouvido sem fio. Eles lhe dão liberdade para interagir com todos os seus dispositivos. Você pode pareá-los com o celular, ouvir música no iTunes ou rádio no Pandora; ou pode parear com a TV/tablet para assistir Netflix.

Lembre-se: todos os aparelhos auditivos devem poder fazer com que você ouça melhor, mas os melhores AASI’s tiram proveito das tecnologias ponta para melhor atender às suas necessidades auditivas. Fale com seu fonoaudiólogo para descobrir se eles são a melhor solução para o seu caso!

7 amaram.

25/02: dia internacional do implante coclear

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25 de fevereiro é um dia importante para todos os implantados do mundo, e serve de lembrete para que continuemos contando nossas histórias e conquistas e compartilhando vivências para inspirar aqueles que podem vir a se beneficiar de um IC. Quando me perguntam o que o Implante Coclear mudou na minha vida a única resposta que consigo dar é: TUDO. Ter o benefício da comunicação total de volta foi algo que revolucionou a minha existência em todos os níveis. Por isso, não apenas minha gratidão mas também minha vontade de compartilhar serão eternas. Vontade de pegar esse senhor que inventou essa maravilha e encher de abraços de urso! <3

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Vivo postando fotos de IC’s e AASI’s estilosos, e essa semana resolvi finalmente customizar os meus! Fui de pandas com zebras e coraçõezinhos. Comprei uns adesivos fofos na Acessorize em Ipanema e mandei ver! Meu marido diz que pareço uma adolescente mas, cá entre nós, adorei e continuo com o IC cheio de bichinhos. Aliás, vocês sabem: comigo esse papo de ‘discrição’ não cola e não rola. Jamais esconderia esse objeto que me dá tanta felicidade e orgulho.

12 amaram.

O dia em que descobri que a neve faz barulho

Acho que de uma lista de 10 coisas que mais amo fazer nessa vida, sem sombra de dúvida a primeira de todas é viajar. E agora que posso viajar ouvindo as experiências são muito diferentes de quando as viagens eram silenciosas ou do tipo ‘escuto, mas não entendo‘. Primeiro porque o sentimento de ‘eu consigo‘ me dá uma segurança que antes não existia – quem viaja bastante sabe do festival de perrengues que podem acontecer, de todos os tipos e a qualquer momento, e todos acabam envolvendo, de alguma forma, comunicação com outras pessoas. Segundo porque agora cada viagem envolve descobertas e redescobertas sonoras que me emocionam e me dão um senso de presença no momento presente que nunca tive antes.

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Há algumas semanas atrás fomos para a Europa esquiar, com direito a uma parada de alguns dias em Paris. Ah, Paris. Já passei uma semana com a roupa do corpo lá por conta de uma mala extraviada – e o look único nem foi nada se comparado ao parto de assistir minha melhor amiga pendurada no telefone tentando convencer as atendentes do cartão de crédito que eu tinha deficiência auditiva e não falava ao telefone.

Dessa vez eu ouvi Paris. O barulho do trânsito, a madeira rangendo na Pont des Arts, muitas palavras em francês, os passarinhos parisienses, a musiquinha do carrossel da Tour Eiffel, o burburinho das pessoas na rua, o som do vento gelado batendo nos meus cabelos.

 

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De lá rumamos para Valmorel. A última vez em que estive na neve foi no meu aniversário de 30 anos, em Valle Nevado no Chile. Usava aparelhos auditivos e minha lembrança auditiva dessa viagem é do desatino que eu sentia porque o taxista que me levou até lá queria ficar conversando comigo, que estava no banco de trás sem enxergar os lábios dele. Só lembro de pensar durante todo o trajeto “por que esse homem não cala a boca, meldels!

No primeiro dia em Valmorel tivemos a sorte de conseguir um dia ensolarado lindíssimo. Minha primeira impressão foi ‘poxa, a neve não faz barulho‘. Não sei que tipo de barulho imaginei, mas neste dia o som da neve foi apenas o das botas tocando e afundando o chão e das pessoas passando em alta velocidade com seus esquis – aliás, esse som é muito bonito. Nada de novo ou de muito emocionante.

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No segundo dia, abri a porta do quarto e me deparei com a paisagem acima. Tempestade power de neve. Céu branco e visibilidade difícil. Quando finalmente fui lá fora, estava com um gorro cuja parte de cima era de material sintético. Barulho de neve nas botas, ok. Barulho de neve dos esquis alheios, ok. Neve caindo nos olhos, ok. Foi então que comecei a escutar um barulho que parecia o de lareira, quando o fogo está consumindo a lenha, sabe? Uns estalinhos diferentes. Parei por uns segundos pensando ‘peraí, vamos raciocinar, que barulho é esse?

Tcharararaaaammmm…eram os flocos de neve caindo no meu gorro. Foi nesse momento que descobri que a neve faz barulho!!! Eu só queria ficar ouvindo aquilo, pois nunca tinha ouvido esse som em 33 anos. Era um som novo, desconhecido, lindo e poético. Isso deve soar tão babaca para os ouvintes que lêem este blog mas, para mim naquele dia, foi como descobrir a América. Já conhecia o som do vento, da chuva, do fogo. E aos 33 anos, pude finalmente conhecer o som da neve. Meu coração saltava pela boca de tanta alegria e contentamento.

 

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Antes de continuar, dois causos. O da foto superior é o cabo de áudio do meu IC, que me permitiu, pela primeira vez na vida, assistir a filmes no avião com áudio em português sem legendas e entender tudo. Cada palavra. Cada mísera palavra!! Justo eu, que sempre viajava louca de raiva nos vôos internacionais pela total falta de acessibilidade para os passageiros que não escutam, pude desfrutar de um vôo com prazer. Aliás, isso é um grande problema. Ou os filmes não têm legendas, ou têm legendas em italiano/francês/chinês ou o áudio é em português. E quem não ouve, como fica? As companhias aéreas não dão a mínima para essa questão. Dificilmente os anúncios em vídeo são legendados e não existe chance de legendagem dos anúncios da cabine…

A segunda foto tirei na entrada de um teleférico  e ela mostra que a passagem de portadores de marcapasso é proibida. Avisamos a funcionária sobre o IC, que abriu a passagem lateral pra mim numa boa.

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Encontrei vários usuários de aparelhos auditivos no hotel em que nos hospedamos. Na hora que o pessoal ia se paramentar para esquiar, eu ficava de olho nas orelhas e vi diversas pessoas encaixando seus capacetes enquanto usavam AASI nos dois ouvidos. Um dia notei uma moça de IC e não conseguia parar de observar. À noite, pedi ao Luciano que cutucasse ela para bater papo (sou envergonhada nessas horas). Acabei descobrindo que ela era de Israel, que usava IC num ouvido e AASI no outro, que esquiava só com o IC porque o AASI machucava, que precisou fazer a cirurgia duas vezes já que a primeira não deu certo e que, em função disso, não pensava ainda em implantar o outro lado.

Em alguns dias percebi distorção do som do meu IC, e acho que devia ter a ver com o frio de 15 graus negativos. Quando começava a distorcer eu já ia logo tirando e colocando no desumidificador. Depois, parou. Um dia testei o volume do telefone do quarto e achei sensacional: alto, claro e limpo como jamais ouvi em telefone de hotel. E seguindo a dica dos leitores lá na FanPage, não levei as baterias recarregáveis, apenas as comuns já que estas não param de funcionar no frio.

Os melhores momentos são quando estamos sozinhos e de repente, numa situação totalmente inesperada, descobrimos um som novo, ouvimos novamente algo que não ouvíamos há anos ou então ouvimos e entendemos algo sem querer. Nessa viagem, a lembrança mais legal foi a de estar sozinha num ônibus e ouvir: “Prochaine arrêt, Piou Piou” – se não pirei de vez e estou com Alzheimer, acho que coloquei no primeiro livro que isso me aconteceu uma vez num trem na França, de AASI, quando ouvi ‘Prochaine arrêt, Villeneuve Loubet‘, entendi e fiquei dando pulinhos internos de felicidade.

Na volta para casa, o vôo era Genebra- Paris. Me surpreendi ao notar que o aeroporto de Genebra, tão moderno e sofisticado, não possui nenhum aviso sobre IC e marcapasso no detector de metais. Dentro do avião, haviam dois bebês HIS-TÉ-RI-COS chorando e berrando como se não houvesse amanhã. Olhei para o semblante de todos (um misto de tristeza com desespero pelo barulho), depois olhei para as nuvens da janelinha do avião e pensei: “Mas que sorte a minha! É só desligar meu implante coclear!” Passei o resto do vôo pensando que, quando for mãe, vou ter a opção de selecionar o volume tolerável de choro e, ainda melhor, de não ouvir choro nenhum! :)

Fico impressionada com o quanto as crianças acham o IC legal. Quando preciso explicar que não posso fazer tal coisa por causa do IC ou preciso fazer alguma coisa diferente por causa dele, as expressões são sempre de “UAU”, “Que legal” e afins. Ou quando estou com crianças em situações de barulho desagradável só vejo aqueles rostinhos me olhando e dizendo “Ei! Você pode desligar seu IC! Que inveja!

Única coisa chata dessa viagem foi, mais uma vez, ter que entrar na piscina sem ouvir nada. Acho que o dia em que eu finalmente tiver a capa waterproof Aqua+, vocês lerão o post mais longo da história do Crônicas da Surdez!

Por último, o veredicto: eu não esquiei! Hahahaha! Aluguei o equipamento, peguei capacete especial mais folgado, fiz tudo direitinho como manda o figurino. Mas quando calcei um esqui na neve e fui tentar pela primeira vez, me deu um treco e travei inteira. Saí correndo e não toquei mais no assunto…

 

Esse vídeo acima fiz com minha enteada Dora e com Marina. Ficou fofo e engraçado! :)

27 amaram.

Mensagem da Joice

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“Oi Paula!

Meu nome é Joice, tenho 22 anos e tenho perda neurossensorial bilateral severa e uso prótese auditiva nos dois ouvidos desde os 5 anos de idade. Eu aprendi a fazer leitura labial desde pequena, o que ma auxilia muito quanto eu não entendo o que as pessoas falam ou quando vou nadar.

Assim como você e muitas leitoras, cresci sendo tratada como uma criança normal que tinha um probleminha de audição. Nunca vi como uma barreira que me impedisse de ter minha própria autonomia. Tanto é que eu frequentei escola pública a minha vida toda e estou para concluir minha graduação em Licenciatura em Matemática na Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos, só queria compartilhar com você o quanto fiquei feliz ao descobrir seu blog, de saber que não estou sozinha nessa!
Quero muito ser professora universitária e vou lutar por isso, ao terminar a graduação seguirei no mestrado em Educação Matemática. Assim como você, quero fazer minha parte em ajudar as pessoas e mostrar que somos capazes de vencer na vida.  Por isso tudo na vida se obtém através de força de vontade e dedicação, essa foi a filosofia de vida que sempre levei comigo como sendo uma deficiente auditiva. Graças a Deus nunca sofri preconceito por causa disso e tenho muitos amigos verdadeiros que sempre me ajudaram. Além do apoio fundamental da família.
Eu só queria ter conhecido seu blog antes para ter descoberto tantos recursos tecnológicos que fazem muita diferença na nossa vida diária. Só agora que obtive o sistema FM e a prótese auditiva que sempre ganhei do SUS. Se eu tivesse conhecido seu blog antes eu teria conhecido aquele despertador que quase te matou do coração no primeiro dia que você usou e aquele óculos de legenda da Sony e tantos outros, como os direitos que temos e não estamos usufruindo (Passe-Livre, por exemplo). Por isso nunca deixe esse blog morrer e continue fazendo diferenças na vida das pessoas como tem feito. Obrigada! Um beijo no coração”
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Novidade da Phonak em aparelhos potentes: a linha Naída Q

A deficiência auditiva pode ser um desafio para portadores de perda auditiva  de grau profundo. Conversas simples, telefonemas, televisão tornam-se muito mais difícil de se ouvir. E para milhões de pessoas com perda auditiva em todo o mundo, a vida pode ter uma série de oportunidades perdidas. A dificuldade de audição é uma das deficiências  que mais atingem os indivíduos em processo de envelhecimento, sendo esta uma doença incapacitante, pois afeta a habilidade de se relacionar com outras pessoas.

Nem sempre portadores de perda auditiva de grau profundo são candidatos ao implante coclear e para estes a Phonak apresenta o novo portfólio de aparelhos potentes Naída Q. A linha Naída que está presente no Brasil há mais de 8 anos, agora recebeu um chip novo e com isso recursos, funcionalidades novas e um nome novo – Naída Q –  sem perder a sua potência. Esta linha foi desenvolvida para adequar-se ao estilo de vida do usuário e as suas necessidades auditivas.

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Não importa a situação e o ambiente em que o usuário frequente o ideal é compreender com confiança em todos os momentos, satisfazer as expectativas não apenas em ouvir, mas principalmente em compreender melhor em praticamente todas as situações, não importa o quão desafiadora será. Desfrutar de risos, vozes de crianças ou sons sutis das folhas de uma árvore, enriquecem o mundo sonoro. Escutar os sons da vida é parte da felicidade e redescobrir os prazeres da boa audição.

O Naída Q. possui tecnologias e recursos exclusivos como o SoundRecover-  recurso que permite que o usuário ouça e compreenda coisas novas todos os dias. Faz os sons agudos como o cantar dos pássaros, sons dos grilos, vozes de crianças e a campainha da porta se tornarem audíveis novamente.

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A tecnologia de Transmissão Binaural de Voz (Binaural VoiceStream Technology)  detecta o sinal de fala e garante um sinal claro em ambos os ouvidos . Isso significa maior entendimento em mais situações. O DuoPhone é um recurso bastante interessante que utiliza essa tecnologia, ele traz o benefício de uma melhor compreensão para conversas ao telefone: assim que é posicionado o telefone junto ao ouvido, a voz do  interlocutor é automaticamente transmitida para o outro ouvido, desta forma o usuário de aparelhos auditivos escuta a chamada em ambas as orelhas sem a interferência do ruído externo. Escutar uma conversa em ambos os ouvidos resulta em qualidade sonora superior e uma melhor compreensão de fala.

Em situações em que o ruído atinge um nível que dificulta a compreensão da fala, por exemplo,  uma pessoa em meio à multidão, na rua, em uma festa, o  auto StereoZoom  é automaticamente ativado e com isso os microfones do aparelho focam para a pessoa que está na frente do usuário. Mesmo que haja várias pessoas ao redor, é possível focar-se apenas em um falante, permitindo que o usuário se concentre na voz que deseja ouvir.

Além disso esta linha é compatível com todos os acessórios sem fio da Phonak. Como por exemplo o ComPilot e o Roger.

O Phonak Naída Q é o portfólio mais versátil e potente em desempenho, está disponível em três modelos para diferentes estilos,  três níveis de desempenho, sendo todos eles resistentes à água e poeira para oferecer confiança em todas as situações. Na adaptação dos modelos com molde auricular convencional agora é possível a adaptação do aparelho com tubo fino! O que torna a adaptação mais discreta e confortável. Ele está disponível em 14 cores que combinam com a pele e cabelo, cores fashion, divertidas e tradicionais. Que saber mais? Juntamente com seu profissional de saúde auditiva, você poderá escolher a melhor solução para atender as suas necessidades de estilo de vida e grau de perda auditiva.

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