Crônicas da Surdez – O Livro

O livro Crônicas da Surdez foi lançado em fevereiro de 2013. Confira o release!

Crônicas da Surdez - O Liv

Crônicas da surdez

Paula Pfeifer é deficiente auditiva, só escuta com a ajuda de aparelhos e se comunica oralmente. Poliglota e apaixonada por viagens, não usa a Língua Brasileira de Sinais, mas nem por isso é menos surda. Em seu livro, ela mostra, com a própria história e depoimentos, que os surdos podem e devem levar uma vida feliz, independente e produtiva.

“A surdez não é homogênea.” Essa é a lição mais importante que a gaúcha Paula Pfeifer aprendeu quando decidiu enfrentar o desafio de desvendar, aceitar e entender a deficiência auditiva. Sim, nem todo surdo é mudo ou usa necessariamente a Língua Brasileira de Sinais. Existem diferentes graus e tipos de surdez e diversas formas de comunicação. Paula é surda oralizada: usa aparelho, se comunica pela fala e precisava contar sua história para ajudar as pessoas que estão descobrindo a surdez agora. O livro Crônicas da surdez (152 p., R$ 39,90), lançamento da Plexus Editora, traz um relato franco e arrebatador sobre experiências e descobertas em meio às dificuldades e às agruras da surdez. Temas como preconceito, tecnologia, mercado de trabalho e bullying são apresentados de forma leve, sem julgamentos, permitindo aos deficientes auditivos, a seus familiares e a profissionais de saúde refletir sobre o cotidiano e sobre a capacidade de superação inerente a todos nós.

Funcionária pública em Santa Maria (RS), Paula nunca se deixou rotular. Claro que, ao receber o diagnóstico de deficiência auditiva bilateral neurossensorial progressiva na adolescência, ficou abalada. Depois da negação, veio a necessidade de saber mais, de conhecer o problema e de encontrar maneiras de superar obstáculos. Em 2003, formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria e fez seu trabalho de graduação sobre a escolha da modalidade linguística pelas famílias de crianças com deficiência auditiva. Era o primeiro passo para desvendar esse universo.

Apaixonada por viagens, Paula coleciona carimbos no passaporte. Em uma de suas investidas em terras longínquas, teve a ideia de escrever. Em 2007, criou o blogue Sweetest Person, que trata de moda, beleza, maquiagem e literatura. Em pouco tempo, o espaço ganhou milhares de fãs. Foi o impulso de que precisava para, em 2010, dar o segundo passo. Também com milhares de acessos, inclusive de países como Portugal, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Argentina, o blogue Crônicas da Surdez já foi notícia em importantes jornais e revistas brasileiros. “Foi com a criação desse canal que me dei conta da quantidade de pessoas que têm vivenciado a surdez presas numa bolha de solidão e falta de conhecimento”, afirma Paula.

A autora acredita que entender a diversidade desse universo é fundamental para acabar com o preconceito. Sem aparelhos auditivos, ela não ouve quase nada. Ao colocá-los, volta ao mundo dos sons. “Mas isso não me torna menos surda do que ninguém”, afirma. Além disso, ela está inserida em uma sociedade de ouvintes e faz questão de ficar longe das representações estereotipadas acerca da surdez, tais como: “Todo surdo é mudo”, “Todo surdo se comunica pela língua de sinais”, “Todo surdo deve estudar em escola especial”, “Todo surdo precisa de interprete”.

“Convivo com a surdez, mas não vivo em função dela”, afirma a autora. Para Paula, não existe certo nem errado quando se trata da forma pela qual um surdo escolheu para se comunicar e viver. “Sou a favor do respeito à diversidade de escolha. O que funciona para mim pode não funcionar para outras pessoas e vice-versa”, complementa.

A obra traz ainda depoimentos de deficientes auditivos do Brasil e do exterior, com histórias de superação. “Meu desejo é inspirar as pessoas a buscar essa luz interior que vai iluminar o caminho e mostrar que, ouvindo ou não, temos de correr atrás de nossos sonhos e transpor barreiras reais e emocionais. A surdez não precisa ser um caminho solitário”, conclui.

A autora

Paula Pfeifer

Paula Pfeifer tem 31 anos. Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), é técnica do Tesouro do estado do Rio Grande do Sul. Recebeu o diagnóstico de deficiência auditiva bilateral neurossensorial progressiva aos 16 anos. É surda oralizada e fala português, inglês e espanhol.

Seu blogue Crônicas da Surdez tem milhares de acessos mensais e leitores de países como Portugal, Alemanha, Espanha, Estados Unidos e Argentina, além de já ter sido notícia nos mais importantes jornais e revistas brasileiros. Escreve, ainda, o blogue Sweetest Person. Matéria de sua autoria publicada na revista TAM nas Nuvens em 2012 foi incorporada ao XI Manual of Pediatric Otorhinolaryngology.

Saiba mais:

65 amaram.

50 Comentários

  • Ola! Boa tarde, tive perda auditiva com 5 anos de idade, preveniente de um erro médico a dosagem de antibiótico! E até hoje uso aparelho auditivo! Hoje estou usando um novo e estou muito feliz. Mas em algumas situações ainda fico com vergonha, principalmente com pessoas que não a conheço! Preciso ter essa sua coragem, vc é incrível, me tornwi uma fã! Quero muito seu livro , vou comprar imediatamente, estou vendo nos site! Parabéns! Encantada!

  • Oi Paula!
    Estou no ensino médio e em minha escola tem esse festival de curtas, me reuni com meu amigos e decidimos que o nosso curta falaria sobre surdez, infelizmente não tenho muito conhecimento sobre a realidade de um DA (Sou quase um leiga) e estou encarregada do roteiro. Gostaria de saber se você pode me ajudar, responder perguntas, dar idéias e etc.
    Espero ansiosamente uma resposta :D.

  • Olá Paula!
    Meu filho tem 3 anos e fará o IC agora em março ele perdeu a audição com 1 ano e estamos muito anciosos para ensiná-lo todas as palavrinhas novamente! fiquei muito feliz com sua historia e tive mais certeza ainda do IC! uM GRANDE abraço.

  • Eu toco teclado e tenho perda auditiva, me sinto como Beethoven que tinha a mesma deficiência. Mas para mim ainda é muito difícil admitir que minha perda aumenta aos poucos, e que alguns toques agudos no teclado faz doer os meus tímpanos se estiverem um pouco alto, qual só uso para gravar.

  • Oii, acabei de conhecer seu blog e já amei. Eu conheci uma garota surda, ela só fala na língua de sinais, mesmo não conhecendo muito ela e nem conversando com ela por que não sei libras já amei ela <3, desde então fiquei com muita vontade de aprender libras, sempre fico falando que vou estudar depois e depois mas esse ano é uma das minhas metas e quando eu ver ela de novo (nos não moramos perto uma da outra) quero poder conversar com ela. Eu amo ler e já coloquei seu livro lá minha lista kkkk. Beijos e Abraços …

    Gaby

  • Olá, Paula!!!
    Estou curiosa para ler seu livro e nossas histórias são parecidas. Nasci ouvinte e perdi aos 5 anos. Utilizo os aparelhos para facilitar a comunicação desde os 5 anos, faco leitura labial, utilizo a LIBRAS há alguns anos (desde os 16 e hoje tenho 20) que também tem me ajudado muito.
    Vi que é poliglota, mas gostaria de saber como conseguiu! Já fiz curso de Inglês mas não ouve inclusão e sim uma integração, além de eu ter muita dificuldade na leitura labial nesta língua. Então você apenas escreve e lê? Ou consegue falar também?
    Serei muito grata se puder me orientar nesta parte.
    Atenciosamente, Carolina Fernandes.

  • Olá Paula, li o seu livro este final de semana, me identifiquei com você a cada página, em cada relato… Simplesmente amei!

  • Ola tudo bem Paula,eu assisti O Programa Da Fátima Bernardes e fiquei impressionada com sua história você falando da sua deficiência auditiva.eu tbm sou deficiente auditiva e uso aparelho auditivo há 5 anos.Ainda vou comprar seu livro pra mim ler.com certeza irei adorar. bjoss

  • Boa noite Paula!

    Amei seu livro, que aliás, li em um dia só. Devorei! Entendi o quanto é complicado e o quanto é libertador poder falar disso.
    Hoje é o meu primeiro dia de uso dos meus AASI’s, efetivamente. Confesso que estou meio atordoada, porque uma enormidade de sons invadem a gente e… sei lá, é bem difícil. Agradeço os conselhos e acabei optando por adaptar os dois. Já que são os primeiros, acho que fica mais fácil assim. Ainda não se tem certeza sobre se a minha perda é progressiva ou não, mas uma coisa eu já enfiei na cabeça: Isso é para sempre! É duro ouvir isso e mais duro ainda assimilar isso. Acho que ainda estou meio em choque, mas estou fazendo o meu melhor com os aparelhos. Estou adotando o lema: Não vou tirar meus aparelhos, só por hoje e amanhã vou fazer o mesmo, até meu cérebro compreender que eu não posso mesmo ficar sem eles. Vou tentar fazer assim.
    Um beijo no seu coração e obrigada pela atenção, querida! Que Allah te fortaleça todos os dias e te recompense por todo o bem que você faz através do blog e de seu livro. <3

  • Oi paula assiti sua entrevista na fatima e me identifiquei mto, pois tenho un neto (bilateral) tbm implatando a 5 anos hj ele esta com 13 de idade, foi o 2° no estado Acre a fazer a operação.

  • Ola, Paula eu também sou surda oralizada a mais ou menus a dois anos e meio, dois dos lados, e muito difícil me adaptar e essa minha condição, a minha vida parou por causa desse meu problema, mais vivendo um dia de cada veis. Adorei oque você falo hoje na televisão no proclama na Fátima Bernade. Vou ler seu livro

  • ola sra paula foi um prazer poder te conhecer hoje sua historia nesse exato momento no programa emcontro com fartima berna, estava assistindo o programa achei fantastico, e aprendi muitas coisas, tenho um pouco de dificuldade na minha audição, porque tem jente que fala muito baixo, só escuto televisão muito alto, mais boa sorte prá voçê, e muito bacana a sua historia,

  • Bom dia, Paula. Adorei a matéria de hoje do Globo que remete a sua história de vida e ao seu blog. Tenho uma história parecida. Otosclerose bilateral idiopatica detectada aos 31 anos. Severa , profunda e progressiva. Sem aparelhos nao escuto absolutamente nada. Apesar disso, me graduei em comunicação social e direito, fiz MBA, sou procuradora do estado do Rio de Janeiro , hoje aposentada com 61 anos. Compreendo e comungo de suas idéias. A única coisa que nao tinha feito ate hoje é mergulhar no universo da surdez para divulgar e ajudar aos semelhantes. Ja sofri bullying, conheço bem a prisão silenciosa da surdez, o lado bom e ruim de dormir sem aparelhos, o nao ouvir a campainha tocar, o medo declarar sozinha e nao entender nada e por aí vai. Meu marido virou meu par de ouvidos quando os aparelhos nao respondem. Acho que a minha sorte é que tenho uma vertente cômica no DNA e morro de rir das situações hilárias que já criei. Nem sempre consigo ouvir ao telefone, amo festas e viagens mas passo muitos perrengues em ambientes ruidosos, enfim, achei importante me solidarizar e disponibilizar para o que vier, de agora em diante. Parabéns pela iniciativa fabulosa!!! Maria Cecilia Couri.
    mccouri@gmail.com

  • Boa tarde Paula!

    Acabei de comprar o seu livro, conforme você me recomendou e estou muito feliz e ansiosa para lê-lo. E muito feliz por ter encontrado seu blog.

    Bjs no seu coração minha flor e que Allah te recompense por toda dedicação ao nosso mundo silencioso, ou quase.

    Nossa!!! Eu disse nosso mundo silencioso… Acho que é a primeira vez que digo isso em voz alta desde que descobri o meu problema. Eu disse em voz alta!

    Obrigada por tudo querida!

  • Ola, boa noite.
    Eu estou interessada em ter esse livro, tenho mesmo bastante interesse, tambem porque a minha sobrinha nasceu surda, e tenho tentado “entrar” ao maximo nesse mundo, para saber como a ajudar pela sua vida fora. Neste momento eu vivo em França, mas sou portuguesa. E tenho tambem morada em casa dos meus pais. Seria possivel me informarem da melhor maneira de eu poder ter esse livro?!
    Muito obrigada desde ja,

    Ana Façanha

  • Olá Paula,

    Adorei conhecer o blog, acho que veio numa ótima hora, minha surdez é bilateral, sou oralizada, uso aparelho apenas em situações extremas, no trabalho, pois moro só e não tenho interfone nem telefone fixo e mantenho o celular grudado em mim para senti-lo vibrar. Depois de horas lendo os depoimentos, vi que tudo depende da maneira que vc encara sua perda. Se vc resolve assumir sua situação demonstrando segurança e superioridade, as pessoa automaticamente aceitarão de forma “menos anormal” rsrs… No meu caso falta isso, falta eu perder essa vergonha, sou eu q vou dizer se minha perda me torna mais ou menos mulher. As pessoas do meu convívio nunca vão aceitar uma coisa que nem eu mesma aceitei. Vc é uma mulher linda, e não é o uso de um aparelho que vai apagar esse brilho. Queria me enxergar assim.

  • Procurando uma reposta para minha surdez súbita,fazem 5 dias em que acordei sem ouvir, após ir no otorrino e fazer diversos procedimentos, só me resta aguardar os resultados, na verdade o relato da Flavia foi uma luz, tudo o que ela relata é exatamente o que estou vivendo, no momento estou tentando entender, aceitar e esperar o que vem pela frente.

  • Boa noite,Paula
    A poucos meses descobrimos que nossa filha Ana de 4anos tem surdez profunda bilateral,na hora fiquei sem chão pois sempre busquei profissionais da area (médicos e fonos). Pelo tempo perdido entre aspas para procurarmos recursos,Bom agora ela esta fazendo fonoterapia no saf e foi encaminhada para usar as proteses. Mas o que mais machuca e saber o quanto as pessoas teem preconceito em relação as pessoas que não são consideradas normais.Foi a academica de fonoaudiologia, a Simone, que me indicou teu blog.Agora acredito que podemos conscientizar as pessoas que todos são capazes de viverem com as diferenças e aprenderem com as diferentes habilidades. Obrigada por você existir. AMEI TUDO O QUE LI , ENTENDI E APRENDI.Deus te abençoe . AMEIIIIII!!!!!!! Mil beijos

  • Boa tarde,Paula
    Gostaria muito de perguntar a vc e as pessoas que entram aqui,sobre uma solução para uma pessoa oralizada entender as palavras tipo palestras,aulas,…tipo um equipamento de fala em texto,será possível existir isso?tipo legenda !
    Será q deu para entender!
    Fico no aguardo!
    Obrigada,bjs

    • Nagila,

      Eu entendo muito bem que é difícil para os oralizados entenderem as palestras, aulas, etc.. Os recursos que utilizam são as caixas acústicas e com a qualidade da mesma para propiciar a clareza da nossa audição. De fato, mesmo de longe, qdo não está claro, eu falo leitura labial…
      Treinei a até hoje treino os ouvidos escutando rádio para poder ouvir sem ler os lábios como por exemplo: telefone, filme nacional etc…
      Sem dúvida nenhuma a agenda ajuda, mas eu tenho percebido que são com atraso que a legenda vem somente depois que o ator, locutor fala, ou seja, não é simultâneo. Nesse caso, eu prefiro ouvir a ler os lábios.

  • Olá sou mãe da Rita com 26 meses foi implantada (implante coclear bilateral) em Julho de 2013 fez a ligação em Agosto e neste momento já fala várias palavras. Como é bom ouvir a voz da minha filha e ver a cara dela quando ouve novos sons. Gostava de comprar o seu livro, mas em Portugal talvez anda seja difícil.

  • Paula, gostei de seu livro que mostra a realidade dos surdos em serviços como bancos, etc. Só uma correção: Eu já conheci surdos que não conseguem fazer leitura labial. Isto é, a variedade de recursos, que os surdos utilizam, os quais dependem do acreditar na capacidade, potencialidade e habilidade de cada um, podem ser usados em sua totalidade, alguns ou nenhum.É só observar. Beijos.

  • Gostei da sinopse do vosso livro e pretendo colocá-lo no quadro teórico da pesquisa que estou desenvolvendo na Pós Graduação em Pedagogia Empresarial – FMU/SP, ou seja, o tema a ser desenvolvido refere-se como as grandes empresas, do comércio varejista da cidade de São Paulo, desenvolvem a socialização entre os surdos contratados com os demais funcionários ouvintes, se é que contratam surdos, dentro da obrigatoriedade de contratar pessoas com deficiência física.
    Caso possa me auxiliar nesse mister serei eternamente grato.
    Att,
    Juvenal Miranda
    RA nº 0885666/Campus Vergueiro

  • Eu morei no Brasil 50 anos descobri que sofro de NENIERE só escuto do lado esquerdo ultimamente não entendo o que falam já voltei a clinica muitas vezes não obtive melhora vivo em Londres (quem pode me ajudar ?? )desde já agradeço..

  • Oi! Paula Pfeifer, descobri “Cronicas da Surdez” e fiquei muito impressionada! Eu sou brasileira e surda de nascenca tambem. Moro na California, sou casada com americano ouvinte e sou surda oralizada. Nunca aprendi Libras e meus pais escolheram para eu falar.
    Escrevi ontem e mandei um comentario grande para voce ler mas acho que nao consegui te mandar.. queria muito de voce me conhecer e ler o meu comentario . Gostaria muito de contar a minha historia pra voce e eu preciso muito de apoios so de surdos porque eu tentei com os ouvintes principalmente na minha familia e amigos mas eles nunca me entenderam e nem me respeitaram a minha surdez. Cansei deles e andava bem deprimida, mas sempre fui pra frente! E me esforcar mais e sempre fui, com dificuldade sim no mundo de so ouvintes, e gostaria muito de conhecer mais pessoas surdas para aumentar o meu estima. Obrigada e e um prazer de saber que nao estou sozinha , abracos Ana.

  • Oi Paula….comprei 2 livros da sua autoria na Livraria Cultura (on line) e estou aguardando. Sou viciada em livros, amo!!

    Além de um livro que comprei para para mim, darei outro de presente para uma amiga que também é surda oralizada, comunica libras e tem surdez profunda, não usa aparelho auditivo porque o molde do aparelho dá alergia dentro do ouvido, é hiper culta, funcionária do Banco do Brasil e está se preparando para concurso do Banco Central…um orgulho, né?

    Cada um de nós nos serve de exemplo, não é verdade?

    Pois bem querida, tô aqui sempre torcendo por você e obrigada por compartilhar suas experiências e vivências.
    Sucessos!!!

    Beijos!

  • Olá Paula,

    Achei muito interessante o seu blog. Logo eu vou comprar o seu livro. a sua situação é quase parecida comigo. Faculdade, público, banco, aeroporto e vários lugares.

    Eu também sou surda oralizada, mas utilizo Libras. A maior tempo eu sempre utilizo oral e ás vezes Libras (só para surdos).

    Bem, eu não vejo a hora de comprar o seu livro.

    Sucesso para você!

  • Adorei o livro, muito interessante.
    Aqui Paula nesta foto vc esta de aparelhos auditivos mas eles não tem aquele molde não? e o fio que liga é bem fininhos.

  • Olá,

    Estou muito feliz ao saber que existe uma surda oralizada vencendo em tudo e todos, também sou surda e oralizada, arquiteta, uso aparelho auditivo desde pequena e recente uso IC(implante coclear) de um lado, minha audição tem piorado bastante. Ao contrário da minha irmã radicada em sinais e contra IC, podemos levar a vida normal e independente. Vou comprar o seu livro e desejo toda a felicidade para você.

    Abraços, Thatiana Fleury

  • Olá Paula Pfeifer,

    Boa tarde… eu tenho interesse comprar este livro, mas existe a venda do ebook reader?

    No aguardo.

    René

Deixe seu comentário

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.