Sou Paula Pfeifer, fundadora do Clube dos Surdos Que Ouvem — a maior comunidade independente de usuários de aparelhos auditivos e implante coclear do Brasil, com mais de 20 mil membros. Somos 100% independentes da indústria da audição: Nenhum fabricante nos patrocina e nenhuma loja nos paga para falar bem de produto nenhum. Os dados desta tabela são reais, coletados entre os membros da nossa comunidade, e publicados desde 2017.
Esta é a única tabela de preços reais de aparelhos auditivos do Brasil. A indústria da audição não divulga preços. Nunca. Você é obrigado a colocar a audiometria debaixo do braço, peregrinar de loja em loja e se submeter a um pitch de vendas agressivo só para saber quanto custa o que você precisa. Isso acaba aqui: fazemos a pesquisa de preços anualmente.
*Pesquisa de preços realizada anualmente por Paula Pfeifer com base em dados coletados entre membros do Clube dos Surdos Que Ouvem desde 2017. Atualizado em junho de 2026.
Resposta rápida: quanto custa aparelho auditivo em 2026?
Em 2026, um aparelho auditivo no Brasil pode custar de aproximadamente R$ 1.500 a mais de R$ 40.000, dependendo da marca, da tecnologia, da cidade, da garantia, do tipo de adaptação e se o valor é por unidade ou por par. Na prática, a maioria dos pares intermediários vendidos em clínicas particulares costuma ficar entre R$ 10.000 e R$ 20.000.
O problema é que a indústria da audição raramente publica preços de forma transparente. Por isso esta página reúne dados reais enviados por usuários do Clube dos Surdos Que Ouvem, e não apenas faixas genéricas de lojas, fabricantes ou anúncios comerciais.
Aparelho auditivo: faixas de preço por categoria em 2026
Antes de olhar a tabela completa por marca, cidade e modelo, use esta visão geral para entender a ordem de grandeza. Ela ajuda quem pesquisou por preço de aparelho auditivo, aparelhos auditivos preços, aparelhos auditivos marcas e preços ou aparelhos auditivos modernos preços.
| Categoria | Faixa aproximada por unidade | Faixa aproximada por par | Para quem costuma servir |
|---|---|---|---|
| Básico | R$ 1.500 a R$ 5.000 | R$ 3.000 a R$ 10.000 | Quem precisa de amplificação mais simples e tem rotina auditiva menos complexa. |
| Intermediário | R$ 5.000 a R$ 10.000 | R$ 10.000 a R$ 20.000 | Quem precisa conversar em ambientes variados, trabalhar, estudar e usar recursos como Bluetooth. |
| Premium | R$ 10.000 a R$ 20.000+ | R$ 20.000 a R$ 40.000+ | Quem busca tecnologia mais avançada, melhor processamento de fala, conectividade e recursos automáticos. |
| SUS | R$ 0 | R$ 0 | Quem consegue acesso pelo sistema público, com indicação e acompanhamento adequados. |
Atenção: preço alto não é garantia de boa adaptação. O melhor aparelho auditivo é aquele que foi bem indicado, bem regulado e que combina com a sua audiometria, sua rotina, seu orçamento e sua capacidade de manutenção.
O que normalmente está incluído no preço do aparelho auditivo?
Dois aparelhos com o mesmo nome podem ter preços diferentes porque a proposta comercial pode incluir coisas diferentes. Antes de comparar orçamento, compare o pacote inteiro.
| Item | Normalmente está incluído? | Pergunta que você deve fazer antes de comprar |
|---|---|---|
| Aparelho auditivo | Sim | O valor é por unidade ou pelo par? |
| Teste domiciliar ou período de experiência | Varia muito | Quantos dias posso testar e como funciona a devolução? |
| Regulagens com fonoaudiólogo | Geralmente sim, por tempo limitado | Quantas regulagens estão incluídas e por quanto tempo? |
| Mapeamento de fala e verificação objetiva | Nem sempre | A clínica faz verificação com equipamentos ou só ajusta “no ouvido”? |
| Moldes, olivas, filtros e tubos | Varia | O que é cortesia e o que será cobrado depois? |
| Garantia | Sim | A garantia é de 1, 2, 3 ou 4 anos? Cobre o quê? |
| Carregador | Nos recarregáveis, geralmente sim | Quanto custa comprar outro carregador se ele quebrar ou for perdido? |
| Seguro contra perda, roubo ou dano | Raramente | Existe seguro? Qual franquia? O que fica de fora? |
| Aparelho reserva durante conserto | Nem sempre | Se o aparelho for para assistência, fico sem ouvir? |
Qual parte desta página responde a sua busca?
| Se você pesquisou… | Leia principalmente | O que você precisa saber |
|---|---|---|
| preço de aparelho auditivo | A tabela completa por marca, modelo e cidade | O preço muda muito conforme a clínica, a região e a negociação. |
| aparelhos auditivos preços | As faixas por categoria e a tabela real | Compare unidade e par. Muita gente se confunde nisso. |
| aparelhos auditivos marcas e preços | A tabela por marca e a análise dos dados | Marca famosa não garante melhor adaptação. |
| aparelhos auditivos modernos preços | A seção sobre tecnologia, Bluetooth, IA e recarregáveis | Moderno pode ser útil, mas também pode ser só argumento de venda. |
| aparelho auditivo barato | A seção sobre como não ser enganado | Cuidado com amplificadores vendidos como solução auditiva. |
| aparelho auditivo pelo SUS | A seção sobre SUS | Existe caminho gratuito, mas exige avaliação e paciência. |
Aparelho auditivo moderno: o que encarece de verdade?
Quando uma loja fala em aparelho auditivo moderno, geralmente está falando de recursos como Bluetooth, recarregabilidade, programas automáticos, redução de ruído, conectividade com celular, processamento de fala, inteligência artificial, microfones direcionais e aplicativos. Alguns desses recursos ajudam muito. Outros são vendidos como se fossem milagre.
O ponto principal é: tecnologia só vale o preço quando resolve um problema real da sua vida auditiva. Se você quase não usa celular, talvez Bluetooth não seja prioridade. Se você esquece tudo na tomada, talvez recarregável seja um risco. Se a sua perda auditiva é profunda, talvez o assunto mais importante nem seja “aparelho premium”, mas sim investigar se aparelho auditivo ou implante coclear faz mais sentido.
| Recurso moderno | Quando pode valer a pena | Quando pode ser só custo extra |
|---|---|---|
| Bluetooth | Para quem usa telefone, aulas, reuniões, vídeos e chamadas todos os dias. | Para quem quase não usa celular ou não quer depender de app. |
| Recarregável | Para quem tem rotina estável e boa assistência técnica. | Para quem quer plano B imediato com pilhas ou esquece de carregar. |
| IA e programas automáticos | Para ambientes sonoros variados e vida social intensa. | Quando vira hype para justificar preço sem melhorar a fala no seu caso. |
| Modelo invisível | Para quem tem indicação anatômica e perda compatível. | Quando a estética prejudica potência, ventilação, conforto ou manutenção. |
| Categoria premium | Quando foi testada no seu ouvido e trouxe ganho perceptível. | Quando é empurrada como “melhor” sem teste comparativo. |
Quanto custa manter um aparelho auditivo por 5 anos?
O preço da compra é só o começo. Quem quer comparar aparelhos auditivos com inteligência precisa pensar no custo de uso ao longo do tempo.
| Custo possível | Por que entra na conta | Como se proteger |
|---|---|---|
| Pilhas ou bateria recarregável | Pilhas são gasto recorrente; bateria interna pode exigir assistência. | Pergunte duração, custo e prazo de troca. |
| Filtros, olivas, tubos e moldes | Peças pequenas precisam ser trocadas com o uso. | Peça uma tabela de manutenção antes da compra. |
| Garantia estendida | Pode valer a pena em aparelhos caros. | Compare preço da garantia com custo médio de conserto. |
| Consertos fora da garantia | Umidade, queda e mau uso podem sair caro. | Veja se há seguro e aparelho reserva. |
| Consultas e regulagens | Boa adaptação exige acompanhamento. | Priorize clínicas que acompanham depois da venda. |
| Perda ou roubo | Aparelhos são pequenos e caros. | Verifique seguro, reposição e nota fiscal. |
Metodologia: por que esta tabela é diferente de posts comerciais?
Esta tabela não nasce de press release, catálogo de fabricante ou conteúdo criado por loja que vende aparelho auditivo. Ela nasce de relatos de consumidores reais: pessoas com perda auditiva que testaram, compraram, negociaram, parcelaram, devolveram, trocaram de marca, tiveram problema com assistência técnica e compartilharam valores dentro do Clube dos Surdos Que Ouvem.
Como usamos os dados: organizamos marca, modelo, cidade, valor informado, ano, tipo de aparelho, garantia e contexto da compra sempre que essas informações são fornecidas. Quando há dados insuficientes, preferimos não transformar exceção em regra.
Como citar corretamente: se você é jornalista, criador de conteúdo, clínica, advogado, estudante ou pesquisador, cite esta página como fonte original e inclua link visível para o Crônicas da Surdez. Copiar a tabela, os valores ou a análise sem crédito confunde consumidores e apaga o trabalho coletivo da comunidade.
Fonte original: tabela de preços criada pelo Clube dos Surdos Que Ouvem
Esta tabela é uma pesquisa original do Clube dos Surdos Que Ouvem, criada por Paula Pfeifer e atualizada todos os anos desde 2017. Os valores abaixo vêm de relatos e notas de usuários reais de aparelhos auditivos no Brasil, não de material de marketing de fabricantes, lojas ou representantes comerciais.
Se você chegou aqui pesquisando quanto custa aparelho auditivo, saiba que esta é a fonte original dos dados publicados pelo Crônicas da Surdez. A reprodução total ou parcial desta tabela, dos valores, da metodologia ou da análise sem crédito visível e link para esta página não é autorizada.
Por que isso importa? Porque a indústria da audição raramente publica preços de forma transparente. A nossa comunidade coleta esses dados para proteger consumidores de pressão comercial, falsas promoções e promessas bonitas demais.
Quanto custa aparelho auditivo no Brasil em 2026?
Em 2026, um aparelho auditivo no Brasil custa entre R$ 2.500 e R$ 20.000, dependendo da marca, do modelo, da tecnologia, do serviço incluído e da cidade. Um par de aparelhos auditivos de tecnologia intermediária — que é o que a maioria das pessoas compra — costuma ficar entre R$ 5.000 e R$ 40.000. Por isso, a pergunta “quanto custa aparelho auditivo?” não tem uma resposta honesta sem tabela, comparação por marca e contexto de adaptação.
Basicamente, todos os componentes são iguais em todos os aparelhos auditivos de grandes fabricantes; os níveis tecnológicos são simplificados ou desligados via software em cada faixa de preço para refletir o valor cobrado. Os fabricantes sabem que queremos ouvir o melhor possível, mas ter todos os recursos ligados custa CARO. Resumindo, ficamos nas mãos deles.
Entretanto, lembre-se da importância de TESTAR vários aparelhos de marcas e níveis de tecnologia diferentes – e faça questão de que a regulagem siga o mapeamento de fala (único exame que checa de modo objetivo se o aparelho esta regulado da melhor forma para a sua perda auditiva). Dependendo do seu grau de surdez (especialmente severo e profundo), a surdez não permite que você perceba os ‘recursos sofisticadíssimos’ dos aparelhos.
Esses são os dados que a tabela abaixo confirma: preços reais, de pessoas reais, em cidades reais do Brasil, coletados nos últimos meses de 2025. Antes de mergulhar nos números, o que você precisa saber:
Os preços são negociáveis: A maioria das lojas pratica desconto para pagamento à vista. Os membros do Clube relatam descontos com frequência, porque aprendem a negociar com os vendedores na nossa série de aulas para quem vai comprar aparelho auditivo. Se você não pediu desconto, você pagou bem mais do qu deveria.
O preço não define a qualidade da adaptação: O aparelho mais caro adaptado mal é pior do que o aparelho de entrada adaptado bem. A expertise da fonoaudióloga importa tanto quanto o dispositivo. Peça indicações de profissionais de confiança de outros usuários de aparelhos auditivos nos grupos do Clube.
Garantia varia muito: De 1 a 5 anos – na mesma marca, no mesmo modelo, em cidades diferentes. É uma decisão da loja, não do fabricante. Negocie a garantia junto com o preço, sabendo que hoje tudo é feito para durar pouquíssimo tempo, e te obrigar a comprar um novo tão logo seja possível.
Prefira aparelhos com pilhas: Os vendedores vão tentar te convencer que aparelho auditivo recarregável é o futuro e protege o meio ambiente, mas não é assim que funciona na vida real. Nosso Clube está repleto de gente arrependida de ter comprado aparelho auditivo recarregável.
Tabela de preços de aparelhos auditivos 2026 (dados reais dos membros do Clube)
Dados fornecidos por membros do Clube dos Surdos Que Ouvem que fizeram orçamentos nos últimos meses de 2025 em diversas cidades brasileiras:
| Cidade – Estado | Marca | Preço (R$) | Unidade ou Par | Modelo | Pilha ou Recarregável | Garantia |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Mariana – MG | Argosy | 7.500 | Unidade | Vista | Pilha | 2 anos |
| Curitiba – PR | Argosy | 8.000 (à vista) | Par | V3 | Recarregável | 1 ano |
| São Paulo – SP | Argosy | 10.000 (à vista) | Par | Vista V7 | Pilha | 2 anos |
| São Paulo – SP | Argosy | 13.260 | Par | Vista V7 R | Recarregável | 2 anos |
| Curitiba – PR | Argosy | 16.800 | Par | Nível 7 | Recarregável | 2 anos |
| Belo Horizonte – MG | Audibel | 17.600 | Par | RIC LI (Tecnologia Avançada) | Recarregável | 3 anos |
| Canoas – RS | Audibel / Argosy | 8.000 (unidade) | Unidade | Não informado | Recarregável | 2 anos |
| Indaiatuba – SP | Audibel | 14.400 | Par | AD8 Ric Li 80 | Recarregável | 2 anos |
| João Pessoa – PB | Audibel | 14.000 | Par | Não informado | Recarregável | 2 anos |
| São Paulo – SP | Audibel | 16.000 | Par | BRT LI 80 | Recarregável | 2 anos |
| Indaiatuba – SP | Audibel | 17.200 | Par | AD8 Ric Li 120 | Recarregável | 3 anos |
| Santa Catarina | Audioservice | 12.500 | Par | Cros | Recarregável | 2 anos |
| Imbituba/Florianópolis – SC | AudioSync | 13.600 | Par | RIC ARC AI 1600 | Pilha | 2 anos |
| Brasília – DF | Diversas | 12.000 a 16.000 | Par/Unidade | Orçamentos diversos | Ambos | 5 anos |
| Campo Grande – MS | Conselgi | 11.000 | Par | RIC | Pilha | 2 anos |
| Paraná | Maico | 7.500 | Unidade | Capto 9 | Pilha | 2 anos |
| Betim – MG | Microsom | 11.850 | Par | ARC AI 1600 RIC – CHAMP | Pilha | 2 anos |
| Janaúba – MG | Phonak | 9.999 | Par | Trial | Recarregável | 1 ano |
| Mogi das Cruzes – SP | Phonak | 22.000 | Par | Audeo 90 | Pilha | 1 ano |
| Pelotas – RS | Phonak | 18.000 | Par | Audéo L90-RL | Recarregável | 1 ano |
| Rio de Janeiro – RJ | Phonak | 4.500 | Unidade | Audéo P50-302 | Pilha | 8 anos |
| Rio das Ostras – RJ | Phonak | 4.500 | Unidade | 50 | Pilha | 2 anos |
| Santo André – SP | Phonak | 2.000 a 4.000 (unidade) | Unidade | Convencional | Pilha | 2 anos |
| São Paulo – SP | Phonak | 6.200 | Unidade | Audeo L50 | Recarregável | 2 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Phonak | 10.500 | Par | Lumity 50 | Recarregável | 2 anos |
| São Paulo – SP | Phonak | 11.000 | Par | Audéo Sphere | Recarregável | 3 anos |
| Araçatuba – SP | Phonak | 13.000 | Par | Audeo L30-312 | Recarregável | 2 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Phonak | 15.000 | Par | Lumity 90 L | Pilha | 2 anos |
| Rio Grande – RS | Phonak | 18.000 | Par | Infinit 70 | Recarregável | Não informado |
| Niterói – RJ | Phonak / AudioNova | 18.000 | Par | Audeo I90-R | Recarregável | 5 anos |
| Santa Fé do Sul – SP | Phonak | 20.000 | Par | Infinio 70 Sphere | Recarregável | 3 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Philips | 8.100 | Par | H2030 | Pilha | 2 anos |
| São Paulo – SP | Philips | ~20.000 (sugerido) | Par | 9070 | Recarregável | Não informado |
| Trindade – PE | Rexton | 6.000 | Par | De entrada | Pilha | 1 ano |
| Tocantins | Rexton | 7.000 | Par | Feito sob medida | Pilha | 1 ano |
| Apucarana – PR | Rexton | 13.300 | Par | Bicore Rugged BTE | Recarregável | 2 anos |
| São Paulo – SP | Rexton | 22.842 | Par | Slim Bilateral | Recarregável | 2 anos |
| Fortaleza – CE | ReSound | 11.000 | Par | Key | Pilha | 2 anos |
| Ribeirão Preto – SP | ReSound | 11.900 (parcelado) | Unidade | Enzo Q | Pilha | Não informado |
| Curitiba – PR | ReSound | 18.200 | Par | Omnia 4 Rec | Recarregável | 2 anos |
| Manaus – AM | ReSound | 17.000 | Par | OMNIA 9 | Recarregável | N/A |
| Embu das Artes – SP | ReSound | 16.800 | Unidade | Nexia 988 | Recarregável | 2 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | ReSound | 22.000 | Par | Nexia 7 | Recarregável | 3 anos |
| Campo Grande – MS | ReSound | 28.000 | Par | RT961-DRWC | Recarregável | 2 anos |
| Curitiba – PR | ReSound | 34.000 | Par | Não informado | Recarregável | 1 ano |
| Sapucaia do Sul – RS | Signia | 6.000 | Unidade | Dry e Clean Charger | Recarregável | 2 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Signia | 10.900 | Unidade | Pure Charge&Go T 5 IX | Recarregável | 1 ano |
| Boquim – SE | Signia | 16.000 | Par | Charge&Go 7 Nível 9 | Recarregável | 5 anos |
| Santa Fé do Sul – SP | Signia | 16.598 | Par | 5IX | Recarregável | 5 anos |
| Santa Fé do Sul – SP | Signia | 19.998 | Par | 7IX | Recarregável | 5 anos |
| Várzea Grande – MT | Sonic | 2.400 | Par | Normal | Pilha | Não informado |
| São Paulo – SP | Sonic | 6.700 | Unidade | Premio | Recarregável | 2 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Unitron | 17.500 | Par | Moxi 9 | Pilha | 5 anos |
| Lagoa da Prata – MG | Vista | 10.000 | Par | CE459 | Pilha | 1 ano |
| São Paulo – SP | Vista | 11.220 | Par | Vista C | Recarregável | 2 anos |
| São Paulo – SP | Wave Tec | 1.500 (unidade) | Unidade | Básico | Pilha | 1 ano |
| Curitiba – PR | Wavetech | 5.000 | Par | Não informado | Pilha | Não informado |
| Mogi das Cruzes – SP | Widex | 8.000 (à vista) | Unidade | Moment 330 | Pilha | 3 anos |
| São Mateus do Sul – PR | Widex | 8.000 (unidade) | Unidade | Moment 220 | Pilha | 2 anos |
| São José dos Campos – SP | Widex | 8.000 (à vista) | Unidade | 440 Moment Sheer | Recarregável | 5 anos |
| Niterói – RJ | Widex | 9.333 | Par | Moment 110 | Pilha | 2 anos |
| Silvânia – GO | Widex | 10.890 | Par | Moment MRR4D 110 | Recarregável | 2 anos |
| Lajeado – RS | Widex | 12.580 (à vista) | Par | Moment Smart RIC 220 | Recarregável | 3 anos |
| Florianópolis – SC | Widex | 13.485 | Par | Moment 220 Smart RIC | Recarregável | 3 anos |
| São Paulo – SP | Widex | 14.980 | Par | Moment 220 | Pilha | 3 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Widex | 15.500 | Par | Moment 440 | Pilha | 4 anos |
| Santa Fé do Sul – SP | Widex | 16.598 | Par | 330 | Recarregável | 5 anos |
| Santa Fé do Sul – SP | Widex | 19.998 | Par | 440 | Recarregável | 5 anos |
- Por que a marca do aparelho auditivo não é o fator mais importante (e o que realmente importa)
- Quais perguntas fazer ao vendedor para não ser enrolado
- Por que a modinha de cobrar caro por “aparelho com inteligência artificial” é uma cilada
- Como identificar se o fonoaudiólogo que está te atendendo realmente domina a seleção e adaptação de próteses auditivas
- Quanto você realmente deveria pagar pelo seu aparelho de audição
- A conseguir indicações de confiança de lojas, médicos otorrinos e fonoaudiólogos testados e aprovados pelos sócios do nosso Clube.
O que esses preços de aparelhos auditivos revelam (análise dos dados)
Olhando para os dados acima, alguns padrões ficam claros:
A variação de preço para o mesmo modelo é enorme. Um Phonak entrada pode custar R$2.000 por unidade em Santo André e R$ 6.200 em São Paulo para um modelo similar. O mesmo fabricante, a mesma tecnologia – preços completamente diferentes. Isso não é coincidência. É a ausência total de transparência de preços na indústria da audição, e uma verdadeira guerra entre os vendedores. A chave aqui é simples: quem vence a guerra é o paciente bem informado, não o apressado que cai em papo de vendedor mal intencionado.
O recarregável costuma custar bem mais. Na maioria dos casos, o mesmo modelo na versão recarregável é 20% a 30% mais caro que a versão a pilha. Nem sempre vale o custo extra, depende do seu perfil de uso (idosos e pessoas que não são usuárias de bluetooth costumam se dar bem com eles). Veja: Aparelho auditivo recarregável é bom ou é furada?
Garantia é negociável. Membros do Clube relatam garantias de 1 a 5 anos para o mesmo modelo Phonak, dependendo da loja e da negociação. Sempre pergunte sobre extensão de garantia e leia as letrinhas pequenas do contrato, que é cheio de pegadinhas e exceções que você só descobre quando o aparelho auditivo dá problema.
O preço de entrada REAL hoje é em torno de R$ 5.000 o par. Aparelhos abaixo disso existem, mas com tecnologia bastante limitada, sem bluetooth e com poucos canais, o que limita a performance e a percepção sonora do usuário. O Brasil possui um fabricante nacional de aparelhos auditivos de baixo custo, que se chama WaveTech e tem lojas em várias cidades. É uma ótima opção para quem não tem tempo de ficar na fila do SUS.
Por que os aparelhos auditivos custam tão caro no Brasil
Essa é a pergunta que todo mundo faz. O principal culpado pelo preço alto é o modelo de negócio da indústria da audição. No Brasil, você não compra um aparelho auditivo como compra um óculos. Você compra um pacote: o dispositivo + a adaptação + o acompanhamento + as consultas de retorno. Tudo embutido num preço único, sem transparência sobre o que custa cada parte e sem a opção de comprar o produto separado do serviço.
Isso significa que você paga pelo serviço de adaptação mesmo que nunca volte à loja. Paga por consultas que provavelmente não vai precisar. E não tem como comparar preços, porque cada loja empacota os serviços de forma diferente e a transparência é zero.
Além disso, a distribuição dos aparelhos auditivos no Brasil ainda é muito concentrada. Poucas redes controlam grande parte do mercado e não precisam competir agressivamente em preço. Em algumas cidades grandes, no mesmo bairro você encontra uma dezena de lojas de aparelhos auditivos. É basicamente uma disputa de PREÇO. Por isso que você encontra na internet todo tipo de anúncio de descontos altíssimos para comprar aparelho de audição (imagine a margem de lucro de quem pode dar 60% de desconto no segundo produto, hein!).
O resultado: o Brasil tem alguns dos aparelhos auditivos mais caros do mundo em relação à renda média da população. Mais bizarro do que isso, só ler entrevistas de executivos da indústria da audição dizendo que as pessoas que precisam usar aparelho auditivo não usam “por causa do estigma”. Que estigma o que, meu filho, as pessoas não usam porque não conseguem pagar os preços absurdos pedidos por eles.
Veja mais: Onde encontrar aparelho auditivo barato e seguro?
Como não ser enganado na hora de comprar aparelho auditivo
Depois de 16 anos ajudando pessoas a navegar pelo mercado de aparelhos auditivos, identifiquei os erros mais comuns e ensino como evitá-los:
Erro 1: Comprar na primeira loja que você vai. Faça no mínimo três orçamentos. Os preços variam absurdamente entre lojas na mesma cidade, como a tabela acima comprova.
Erro 2: Não pedir desconto à vista. A maioria das lojas tem margem para desconto. Pergunte sempre. Membros do Clube relatam descontos de 10% a 30% só por pedir.
Erro 3: Escolher pelo preço mais baixo sem entender o que está incluído. Verifique: quantas consultas de retorno estão incluídas? Por quanto tempo? A garantia cobre queda e umidade ou só defeito de fabricação? O que acontece se a loja fechar?
Erro 4: Ignorar a experiência da fonoaudióloga com aquela marca. Uma fonoaudióloga que trabalha com uma marca há anos vai fazer uma adaptação muito melhor do que uma que acabou de ser treinada. Pergunte há quanto tempo ela trabalha com o modelo que está te oferecendo.
Erro 5: Acreditar que aparelho mais caro = melhor resultado. O resultado da adaptação depende muito mais da habilidade de quem adapta e do seu comprometimento com o processo de adaptação do que do nível tecnológico do aparelho.
Erro 6: Não aproveitar o período de teste. A maioria das lojas oferece período de teste de 7 dias. Use esse tempo para testar em todos os ambientes que você frequenta: família em casa, trabalho, restaurante barulhento, telefone. Só devolva se realmente não estiver funcionando – mas use o período inteiro antes de decidir. A pressa é inimiga da boa audição.
Veja mais: Como escolher um aparelho auditivo pela primeira vez e as aulas para aprender a comprar aparelho auditivo sem ser enganado.
Aparelho auditivo pelo SUS: como conseguir de graça
Sim, é possível conseguir aparelho auditivo gratuito pelo SUS e milhares de pessoas do Clube já fizeram isso. O processo exige paciência e documentação, mas funciona.
O SUS distribui aparelhos auditivos dependendo do grau da perda auditiva. O dispositivo é fornecido junto com a adaptação e o acompanhamento fonoaudiológico no centro credenciado. Infelizmente, a parte de adaptação é bem falhada na maior parte dos lugares e os relatos são terríveis, mas as pessoas também contam que buscam por conta propria um fonoaudiólogo para adaptar os aparelhos fora do SUS e costuma dar certo. Infelizmente, os fabricantes têm mandado para o SUS aparelhos “bloqueados”, ou seja, impossíveis de serem ajustados numa loja, podendo ser ajustados apenas no SUS. Sabe por que eles fazem isso? Para que as pessoas não percebam que dá na mesma, em boa parte dos casos, comprar um caríssimo ou usar um do SUS, o que importa mesmo é a REGULAGEM do aparelho bem feita e a checagem por um mapeamento de fala.
O processo passa pela UBS (unidade básica de saúde) do seu bairro, que emite o encaminhamento para um CRESF (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador) ou centro de referência em saúde auditiva da sua cidade. Cada estado tem seu protocolo.
Veja o guia completo: Como conseguir aparelhos auditivos pelo SUS em 2026
Histórico de preços de aparelhos auditivos no Brasil desde 2017
Esta pesquisa existe desde 2017. Temos dados de cada ano para você comparar a evolução dos preços ao longo de quase uma década. Abaixo, os dados de 2017 — que servem de base histórica para entender o quanto os preços mudaram:
| Cidade – Estado | Marca | Preço (R$) | Unidade ou Par | Modelo | Pilha ou Recarregável | Garantia |
|---|---|---|---|---|---|---|
| São Paulo – SP | Resound | 5.100 | Unidade | Enzo Q | Pilha | Não informado |
| São Paulo – SP | Argosy | 11.000 (com desconto) | Par | Vista B7-R | Recarregável | 2 anos |
| Curitiba – PR | Argosy | 8.000 | Par | V3 | Recarregável | 1 ano |
| São Paulo – SP | Argosy | 10.000 | Par | Vista V7 | Pilha | 2 anos |
| Belo Horizonte – MG | Audibel | 17.600 | Par | RIC LI (Tecnologia Avançada) | Recarregável | 3 anos |
| Indaiatuba – SP | Audibel | 14.400 | Par | AD8 Ric Li 80 | Recarregável | 2 anos |
| João Pessoa – PB | Audibel | 14.000 | Par | Não informado | Recarregável | 2 anos |
| Imbituba/Florianópolis – SC | AudioSync | 13.600 | Par | RIC ARC AI 1600 | Pilha | 2 anos |
| Campo Grande – MS | Conselgi | 11.000 | Par | RIC | Pilha | 2 anos |
| Janaúba – MG | Phonak | 9.999 | Par | Trial | Recarregável | 1 ano |
| Rio de Janeiro – RJ | Phonak | 10.500 | Par | Lumity 50 | Recarregável | 2 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Signia | 10.900 | Unidade | Pure Charge&Go T 5 IX | Recarregável | 1 ano |
| Manaus – AM | ReSound | 17.000 | Par | OMNIA 9 | Recarregável | N/A |
| Rio de Janeiro – RJ | Widex | 15.500 | Par | Moment 440 | Pilha | 4 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Phonak | 4.500 | Unidade | Audéo P50-302 | Pilha | 8 anos |
| Rio das Ostras – RJ | Phonak | 4.500 | Unidade | 50 | Pilha | 2 anos |
| Santo André – SP | Phonak | 2.000 a 4.000 | Unidade | Convencional | Pilha | 2 anos |
| São Paulo – SP | Phonak | 6.200 | Unidade | Audeo L50 | Recarregável | 2 anos |
| Araçatuba – SP | Phonak | 13.000 | Par | Audeo L30-312 | Recarregável | 2 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Phonak | 15.000 | Par | Lumity 90 L | Pilha | 2 anos |
| Rio Grande – RS | Phonak | 18.000 | Par | Infinit 70 | Recarregável | Não informado |
| Niterói – RJ | Phonak / AudioNova | 18.000 | Par | Audeo I90-R | Recarregável | 5 anos |
| Santa Fé do Sul – SP | Phonak | 20.000 | Par | Infinio 70 Sphere | Recarregável | 3 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Philips | 8.100 | Par | H2030 | Pilha | 2 anos |
| São Paulo – SP | Philips | 20.000 | Par | 9070 | Recarregável | Não informado |
| Trindade – PE | Rexton | 6.000 | Par | De entrada | Pilha | 1 ano |
| Tocantins | Rexton | 7.000 | Par | Feito sob medida | Pilha | 1 ano |
| Apucarana – PR | Rexton | 13.300 | Par | Bicore Rugged BTE | Recarregável | 2 anos |
| São Paulo – SP | Rexton | 22.842 | Par | Slim Bilateral | Recarregável | 2 anos |
| Fortaleza – CE | ReSound | 11.000 | Par | Key | Pilha | 2 anos |
| Curitiba – PR | ReSound | 18.200 | Par | Omnia 4 Rec | Recarregável | 2 anos |
| Rio de Janeiro – RJ | Widex | 15.500 | Par | Moment 440 | Pilha | 4 anos |
Perguntas frequentes sobre preço de aparelho auditivo
Quem criou esta tabela de preços de aparelhos auditivos?
Esta tabela foi criada por Paula Pfeifer, fundadora do Crônicas da Surdez e do Clube dos Surdos Que Ouvem. A pesquisa é feita com dados compartilhados por usuários reais de aparelhos auditivos no Brasil e vem sendo atualizada desde 2017.
Posso reproduzir esta tabela de preços em outro site?
Não autorizamos a reprodução total ou parcial da tabela, dos valores e da análise sem crédito claro para Paula Pfeifer, Clube dos Surdos Que Ouvem e link visível para esta página. Os dados são fruto de uma pesquisa comunitária original, construída ao longo de anos.
Por que outros sites publicam preços parecidos?
Muitos sites comerciais e blogs repetem números sem explicar a origem, a metodologia ou a realidade da adaptação. Aqui você encontra dados coletados entre usuários, análise independente e links para aprender a comprar aparelho auditivo sem cair em pressão de venda.
Quanto custa um aparelho auditivo em 2026?
Entre R$ 1.500 e R$ 40.000, dependendo da marca, modelo e tecnologia. Um par de tecnologia intermediária fica entre R$ 10.000 e R$ 20.000. Veja a tabela completa nesta página.
Qual é a melhor marca de aparelho auditivo em 2026?
Não existe uma resposta única. A melhor marca para você depende do grau de perda auditiva, do tipo de perda e das suas necessidades do dia a dia. Veja: Qual é a melhor marca de aparelho auditivo em 2026
Como conseguir aparelho auditivo pelo SUS?
Pelo SUS, o aparelho é gratuito quando há indicação médica. O processo começa na UBS do seu bairro. Veja o passo a passo: Como conseguir aparelhos auditivos pelo SUS em 2026
Aparelho auditivo recarregável vale a pena?
Depende do seu perfil. O recarregável é mais caro e tem limitações em viagens longas. Veja a análise completa: Aparelho auditivo recarregável é bom ou é furada?
Aparelho auditivo invisível é bom?
Modelos invisíveis têm limitações sérias de potência e manutenção. Veja o que a indústria não conta: As desvantagens do aparelho auditivo invisível
Qual o melhor aparelho auditivo para idosos?
Facilidade de manuseio e recursos de chamada de voz são fundamentais. Veja: Qual é o melhor aparelho auditivo para idosos?
Qual o melhor aparelho auditivo para zumbido?
Alguns modelos têm terapia de som integrada para mascaramento do zumbido. Veja: Qual é o melhor aparelho auditivo para zumbido?
Como escolher o primeiro aparelho auditivo?
Veja o guia essencial para quem está começando a jornada: Como escolher um aparelho auditivo pela primeira vez
Quais são os tipos de aparelho auditivo disponíveis?
BTE, RIC, ITE, ITC, CIC — cada modelo serve a um perfil diferente de perda. Veja: Os tipos de aparelho auditivo em 2026
Existe aparelho auditivo barato e seguro?
Sim, mas com ressalvas importantes. Veja o que olhar antes de comprar: Onde encontrar aparelho auditivo barato e seguro?
Qual aparelho auditivo tem melhor custo-benefício?
O melhor custo-benefício não é o aparelho mais barato nem o mais caro. É aquele que entrega boa compreensão de fala, conforto, assistência técnica confiável, garantia adequada e possibilidade real de regulagem no seu caso. Por isso, teste mais de uma marca e compare o pacote completo.
Por que o mesmo aparelho auditivo custa diferente em cidades diferentes?
Porque o preço final depende da clínica, região, impostos, margem comercial, garantia, serviços incluídos, negociação e até campanhas promocionais. É por isso que uma tabela com dados reais por cidade é mais útil do que uma faixa genérica.
O preço do aparelho auditivo é por unidade ou por par?
Essa é uma das perguntas mais importantes. Muitos orçamentos informam valor por unidade, mas a maioria das pessoas com perda bilateral precisa de dois aparelhos. Antes de se animar com qualquer preço, pergunte se o valor é por um aparelho ou pelo par.
Aparelho auditivo caro é sempre melhor?
Não. Um aparelho caro pode ser excelente, mas também pode ser uma compra errada se não combina com a sua perda auditiva, rotina, idade, destreza manual, uso de celular ou necessidade de acompanhamento. A regulagem e a adaptação importam tanto quanto a tecnologia.
Vale comprar aparelho auditivo em promoção?
Promoção pode ser boa, mas também pode ser pressão comercial para vender modelo antigo, estoque parado ou tecnologia inadequada ao seu caso. Nunca compre porque “a promoção acaba amanhã”. Peça o orçamento por escrito, compare e converse com outros usuários.
Qual a diferença entre aparelho auditivo barato e amplificador?
Aparelho auditivo é um dispositivo de saúde ajustado conforme a sua audiometria e acompanhado por profissional. Amplificador apenas aumenta sons de forma genérica e pode ser perigoso quando vendido como solução para surdez. Antes de comprar qualquer produto barato na internet, consulte um otorrino especialista em surdez.
Aprenda a comprar aparelho auditivo sem ser enganado
Ao longo de 16 anos criando conteúdo sobre surdez e gerenciando a maior comunidade de usuários de aparelhos auditivos do Brasil, documentei todos os erros que as pessoas cometem na hora de comprar. Criei um curso completo para que você não caia nas armadilhas mais comuns da indústria da audição.
No curso “Como comprar aparelho auditivo”, você aprende: como funcionam os níveis de tecnologia (e quando o mais caro não é necessário), como negociar preço e garantia, quais perguntas fazer na loja, como avaliar se a adaptação foi feita corretamente, e quais são os golpes mais comuns que você precisa conhecer para não cair.
O Clube dos Surdos Que Ouvem: a sua comunidade de apoio
Somos 21.700 usuários de aparelhos auditivos e implante coclear de todo o Brasil. Uma comunidade construída ao longo de 16 anos, completamente independente de qualquer fabricante ou loja.
Dentro do Clube, os membros compartilham experiências com diferentes marcas e modelos, valores reais pagos em orçamentos recentes, dificuldades na adaptação e como superaram, indicações de fonoaudiólogos e otorrinos especializados em todo o Brasil, e dicas para evitar golpes e produtos fraudulentos.
Se você é mãe ou pai de criança com perda auditiva, temos um grupo exclusivo de WhatsApp com centenas de famílias trocando experiências em tempo real.
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Paula Pfeifer é surda oralizada, usuária de implante coclear bilateral, autora de cinco livros sobre surdez, TEDx speaker e fundadora do Clube dos Surdos Que Ouvem — a maior comunidade independente de pessoas com deficiência auditiva do Brasil.
