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Pilhas para aparelho auditivo da Rayovac: onde encontrar

Quem usa aparelhos auditivos sabe que o item de primeira necessidade nesse relacionamento com eles são as pilhas! Sem elas, os aparelhos não funcionam. Durante os muitos anos em que usei aparelhos, acabei criando a estratégia de espalhar cartelas de pilhas pelos mais diferentes locais: na bolsa, na carteira, nos bolsos dos casacos, no porta-luvas do carro, na mochila da academia, na mesinha de cabeceira, na gaveta do banheiro…

Embora hoje em dia já existam aparelhos que funcionam com baterias recarregáveis, como consumidora não me sinto convencida sobre esse tipo de produto. Não gosto da sensação de ser 100% dependente de uma tomada, de não poder abrir um compartimento de pilhas e trocá-las sem me preocupar a hora que for e nem de ser obrigada a pôr aparelhos para carregar a noite toda caso contrário eles não funcionarão no outro dia – e quem precisa dormir de aparelho, como faz?

Pilhas são sinônimo de praticidade e de cabeça descansada. Hoje, uso implante coclear. Quando viajo, nem me passa pela cabeça levar comigo toda a parafernália de carregador de baterias, fios, baterias, etc. Simplesmente ponho o compartimento de pilhas e esqueço do assunto, tomando apenas o cuidado de levar comigo muitas cartelas de pilhas na bolsa!

E quando acaba?

Quando minha avó veio ao Rio de Janeiro para conhecer o bisneto, num sábado à tardinha me olhou com uma cara de apavorada e disse: “Ai não! Esqueci de trazer mais pilhas e já ouvi o ‘pipipi’ de aviso do meu aparelho que a minha vai acabar!”. Acostumada que sou a resolver os problemas de todo mundo no que diz respeito a AASI’s e IC’s, fiquei com as calças na mão. Encontrar pilha para aparelho auditivo numa cidade grande ou pequena num sábado à noite em algum local de fácil acesso? Chama o Tom Cruise, porque é missão impossível…

Quando meu sogro veio ao Rio conhecer o neto, assim que ele chegou lá em casa a pilha do seu aparelho auditivo acabou, e ele também esqueceu de trazer extras. Isso foi num domingo pela manhã, e na hora só conseguia pensar: “Onde é que eu encontraria pilhas auditivas em pleno domingo? Sem chance…

Quem usa AASI sabe como é desesperador quando a pilha acaba em momentos e locais impróprios, porque simplesmente não conseguimos comprar pilhas em lugar nenhum! Somos reféns das lojas de aparelhos auditivos para isso. E, convenhamos: ninguém merece! Pilhas acabam em feriados, fora do horário comercial, nos finais de semana, de madrugada – não tem hora e nem lugar para que isso aconteça. Duvida? Até perguntei no Grupo do Crônicas da Surdez no Facebook e o pessoal contou sobre alguns momentos tragicômicos envolvendo pilhas auditivas chegando ao fim!

A Regina passou o casamento da filha sem ouvir porque a pilha acabou assim que ela pisou na igreja…O Sidney, que trabalha num banco de sangue, ficou sem ouvir em plena entrevista ao vivo na TV pedindo por doadores… As pilhas da Fernanda acabaram em plena defesa do seu TCC na faculdade…E eu recebi o aviso que minha pilha do aparelho auditivo acabaria em plena gravação ao vivo do programa da Fátima Bernardes – a sorte é que eu tinha mais no bolso e ela durou até o intervalo!

Encontrar facilmente pilhas auditivas é item de primeira necessidade na vida de usuários de aparelhos auditivos! Depois desses episódios com meu sogro e minha avó – e já vivi momentos assim umas mil vezes nessas décadas como usuária de AASI e IC – tive a maravilhosa notícia de que a Rayovac Brasil decidiu ser pioneira e pôs pilhas auditivas à venda em vários locais diferentes como, por exemplo, algumas lojas das redes: Casa&Vídeo, Drogasil, Caçula, Farmácia São João, Farmácia Indiana, entre outras.

E digo mais: que delícia saber que 7 dias por semana e 24 horas por dia é possível comprar pilhas auditivas na Cidade Maravilhosa. Na última vinda da minha avó ao Rio, fizemos uma verdadeira peregrinação em Copacabana atrás das pilhas pro AASI dela, e, lá pela quinta loja, Tereca falou: “Deixa pra lá, não tem cabimento ter que caminhar quilômetros aos 82 anos para comprar uma mísera pilha para aparelho auditivo!”.

A Rayovac está presente em mais de 234.000 pontos em todo Brasil com suas icônicas amarelinhas – a pilha que já teve o Pelé como garoto propaganda e é amada pelos brasileiros. Para nós que convivemos com a deficiência auditiva, a grande novidade é que acaba de chegar por aqui as Pilhas Auditivas Rayovac Extra Advanced com nova tecnologia, com performance de som superior às concorrentes e mais durabilidade.

Pilhas Auditivas Rayovac

Quem me acompanha nas redes sociais e no Grupo Crônicas da Surdez do Facebook lembra que, em 2017, durante uma viagem à Califórnia, experimentei essa tecnologia nas pilhas de IC e fiquei boquiaberta ao notar que estava ouvindo mais alto e mais claro com meu IC esquerdo depois de começar a usá-la. Levei um susto e fui investigar melhor – não era acaso nem milagre, era tecnologia mesmo!

Esses meus sete primeiros meses como mãe de primeira viagem reviraram minha experiência auditiva do avesso! Precisei mudar completamente a minha logística, já que lembrar de colocar baterias no carregador e encontrar tempo para isso se tornou missão impossível. Minha sorte foi que o pessoal da Rayovac Brasil, antes do Lucas nascer, pressentiu o que aconteceria e me mandou três caixas de pilhas para implante coclear – elas foram a minha salvação.

Já disse e repito mil vezes que por mim só usaria pilhas, porque a praticidade é inigualável, basta espalhá-las em locais estratégicos: bolsas, carteiras, gavetas, bolsa do bebê, nécessaire, banheiro…No meu caso, passei a precisar usar aparelhos 24 horas por dia, além de ter que me habituar a ouvir enquanto durmo. O nível de stress foi às alturas! Não havia espaço, de jeito nenhum, para ter que acordar de madrugada atrás de baterias e descobrir que elas não estavam carregadas. Ao menor sinal de pi pi pi, abria a gaveta e colocava pilhas novas.

Aliás, antes que esqueça de contar, meu parto foi com pilhas também. Antes de sair de casa para o hospital pus na minha mala de maternidade as pilhas da Rayovac, e fui. Queria paz e zero preocupação nesse momento. E agora que estou um pouco mais tranquila e habituada à nova rotina, quem disse que quero voltar a usar baterias recarregáveis? Depois que a gente se acostuma a ter praticidade e a não se preocupar com isso, é difícil voltar aos velhos hábitos…

 

 

Há algum tempo tive o prazer de escolher vários leitores do Crônicas para participar de uma pesquisa com as novas pilhas auditivas da Rayovac, e o grupo teve a mesma impressão que eu. Para a maioria dos participantes, elas tiveram durabilidade muito superior do que aquelas às quais estavam acostumados. Confiram alguns dos comentários:

Consumo consciente

Como somos consumidores conscientes, vou contar mais coisas bacanas sobre essa nova geração de pilhas auditivas da Rayovac!

  • Embalagem 100% reciclável: quem quer contribuir para a preservação do planeta, levanta a mão!
  • 0% de mercúrio: pilhas amigas do meio ambiente e da nossa saúde
  • Selo de proteção maior: pensando principalmente nos idosos com dificuldades de manuseio.

E onde compra?

Para facilitar ainda mais a vida dos deficientes auditivos, a Rayovac também disponibiliza agora canais de venda online: Onofre, Drogaria AraujoDrogal. Ótima pedida para aqueles que gostam de se precaver e fazer estoques grandes comprando pela internet, sem sair de casa!

Fico muito feliz de poder falar sobre uma marca como consumidora fiel da mesma. É ótimo poder dar uma indicação confiante e sem receio algum de um produto que você compra e usa no dia-a-dia. Só uso Nunca usou? Faça o teste! Garanto que você vai se surpreender! 🙂

** O gasto de cada pilha auditiva está intimamente ligado a vários fatores, como a potência do aparelho, a programação do mesmo, o uso de dispositivos bluetooth e até mesmo os ambientes frequentados pelo usuário (com mais ou menos barulho).

Clique aqui e descubra onde comprar pilhas auditivas Rayovac

Seja o primeiro a amar.

Sobre a Autora

Paula Pfeifer Moreira

Escrevo o Crônicas da Surdez desde 2010. Sou bacharel em Ciências Sociais pela UFSM, escritora e empresária. Moro no Rio de Janeiro e tenho 36 anos. Meu diagnóstico é de deficiência auditiva bilateral neurossensorial e progressiva. Tenho Implante Coclear nos dois ouvidos. Em 2013 lancei o livro Crônicas da Surdez (Ed. Plexus) e em 2015, Novas Crônicas da Surdez: epifanias do implante coclear (Ed. Plexus), que já foi traduzido para o inglês.

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